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Polícia Civil prende mãe que jogou água quente no filho devido a acidente doméstico

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada da Defesa da Mulher de Cáceres (DEDM) prendeu, nesta segunda-feira (15.9), uma mulher, de 28 anos, investigada por lesão corporal dolosa e maus-tratos contra seu filho, de 10 anos.

O caso teve início no dia 6 de setembro, quando a mãe da criança, sob efeito de bebida alcoólica, jogou água quente contra o filho ao se irritar por um acidente doméstico, ocorrido quando o menino temperava água para que a irmã mais nova tomasse banho.

A criança sofreu queimaduras graves nas costas e braços e não foi levada imediatamente para receber atendimento médico. A princípio, o menino foi tratado com pomada de assadura em casa. No dia 7 de setembro, ele foi levado para a casa da tia e recebeu a visita do Conselho Tutelar, que o levou para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

Ao saber do ocorrido, a avó materna procurou a DEDM de Cáceres e denunciou a filha. O menino contou à avó que já tinha sido espancado com cinto no dia 4 de setembro por ter pegado R$ 4.

Devido à gravidade dos ferimentos, a vítima precisou ficar internada no Hospital Regional de Cáceres. A criança só recebeu alta nessa segunda-feira (15) e está sob a guarda da avó materna.

Assim que acionada, a Polícia Civil deu início às investigações do caso e constatou que não se tratava de um fato isolado, mas sim que a criança já havia sofrido outras agressões.

Diante disso, o delegado Fabrício Lobato Alencar representou pela prisão da mãe, visando garantir a proteção física e psicológica da criança e impedir novas ações violentas da mãe, devido à gravidade das lesões causadas.

O inquérito policial segue em andamento para a completa elucidação dos fatos. Denúncia de casos de violência contra crianças e adolescentes podem ser realizadas através do Disque 100 ou diretamente nas delegacias de polícia.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Motorista de BMW que matou motociclista em avenida de Cuiabá estava a 177 km/h

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Conteúdo/ODOC – O motorista Hercílio Júnior Freitas Cordeiro, investigado pelo acidente que matou o motociclista Paulo Messias Simão Costa, de 23 anos, estava a 177 km/h minutos antes da sequência de colisões que terminou com a morte do jovem, em Cuiabá.

A velocidade foi registrada por um radar da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), às 0h45 do dia 30 de agosto, no cruzamento da Avenida Isaac Póvoas com a rua Barão de Melgaço. O limite permitido no trecho é de 50 km/h.

O equipamento registrou velocidade medida de 177 km/h. Após o desconto aplicado na aferição, a velocidade considerada para fins de fiscalização foi de 165 km/h, ou seja, 115 km/h acima do limite permitido.

A infração é considerada gravíssima, por transitar em velocidade superior a 50% da máxima permitida, com aplicação de fator multiplicador.

O registro ajuda a dimensionar a velocidade em que a BMW conduzida por Hercílio trafegava pouco antes do acidente fatal.

Segundo as investigações, antes de atingir a motocicleta de Paulo, a BMW teria batido em outra moto na mesma avenida. O primeiro motociclista ficou ferido, mas sobreviveu.

Na sequência, o veículo atingiu a motocicleta de Paulo. Com a força da colisão, o jovem foi arremessado por cerca de dez metros e morreu ainda no local.

Após o acidente, Hercílio abandonou a BMW nas proximidades da Santa Casa de Misericórdia e fugiu a pé.

Posteriormente, o motorista se apresentou à Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran), acompanhado de advogado. Ele prestou depoimento e deixou a unidade em liberdade.

A Polícia Civil também apura a informação de que Hercílio teria passado por uma casa noturna antes das colisões e consumido bebida alcoólica. A eventual ingestão de álcool e as demais circunstâncias do acidente ainda precisam ser comprovadas formalmente pela investigação.

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