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Polícias Civil de MT e Militar de GO prendem condenado por matar colega de trabalho após bebedeira

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A Polícia Civil de Mato Grosso, em ação conjunta com a Polícia Militar de Goiás, prendeu, nessa terça-feira (01.12), um homem, de 41 anos, condenado por furto e homicídio qualificado contra um colega de trabalho com quem morava.

O crime ocorreu em março de 2018. A vítima e o condenado trabalhavam e moravam juntos em uma casa no Setor Industrial, em Querência, a cerca de um mês. Durante a manhã do dia 24 de março daquele ano, uma vizinha foi procurar pela vítima e, ao olhar pela janela, viu o corpo no chão e muito sangue.

O criminoso foi encontrado pouco depois andando a pé na MT-110, sentindo Querência a Canarana, e pedindo carona. Ele foi abordado e, a princípio, negou conhecer a vítima. Mas, já na delegacia, confessou ter assassinado a vítima durante a madrugada.

Questionado, ele afirmou que assassinou o amigo após uma bebedeira, em que também usaram crack. Os dois iniciaram uma discussão porque a vítima queria que o colega de trabalho comprasse mais drogas.

Em meio à discussão, o réu golpeou a vítima com um pedaço de madeira, em seguida deu um soco, que a derrubou no chão, e passou a golpeá-la com uma faca. Por fim, o condenado ainda utilizou um martelo para golpear a cabeça da vítima. Por fim, ele ainda furtou R$ 202 da vítima.

O homem foi indiciado, julgado e condenado a 14 anos de prisão em regime fechado. Ele ainda pode recorrer à sentença. Na última semana, no dia 26 de novembro, o juiz da Vara Única de Querência decretou a prisão o condenado e o Fórum encaminhou o mandado à Polícia Civil

Diante disso, a Delegacia de Cocalinho deu início às investigações para localizar o foragido, porém, identificou que o condenado estava morando em Goiás (GO).

A Polícia Militar de Goiás foi acionada e capturou o condenado no bairro Povoado de Areias, em Goiás. Ele foi levado para realizar exame de corpo de delito e, em seguida, para a Unidade Prisional de Goiás.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Assassino confesso nega intenção de matar jovem asfixiada: “estava virado dois dias”

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Policiais militares da Força Tática do 3º Comando Regional prenderam, nesta sexta-feira (10), Rafael Pendloski Torres Galvão, de 20 anos, suspeito de homicídio que vitimou Raissa Pereira da Silva, de 24 anos, em Sinop. O autor do crime foi identificado por câmeras da casa da vítima. Uma arma de fogo foi apreendida com o criminoso.

Conforme o boletim de ocorrência, na tarde de quinta-feira (9), as equipes policiais foram acionadas por familiares de Raissa, que relataram não estarem conseguindo contato com a vítima e que teriam visto, por meio de câmeras de segurança instaladas na residência da jovem, um homem andando dentro do imóvel dela.

Na casa de Raissa, os policiais encontraram o corpo da jovem, sem sinais vitais, enrolado com uma toalha no pescoço. No mesmo local, equipes da Polícia Judiciária Civil e do Instituto Médico Legal (IML), da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), estiveram no local e recolheram o corpo da jovem.

Imediatamente, as forças policiais recuperaram as imagens das câmeras de segurança e iniciaram rondas em busca do suspeito do crime, identificado nos vídeos. Já nesta sexta-feira, os setores de inteligência da Polícia Militar informaram o endereço onde o criminoso estaria escondido.

As equipes da Força Tática se deslocaram até a região e montaram cerco policial, entraram na casa e realizaram a abordagem do suspeito. O homem foi questionado sobre a presença de alguma arma de fogo e indicou a localização de uma gaveta, na qual estava uma garrucha de calibre 22. As roupas utilizadas por ele no homicídio também foram apreendidas pela PM.

Questionado sobre a morte de Raissa, ele confessou o crime. O suspeito afirmou que, antes do homicídio, havia consumido álcool e drogas com a vítima. Em seguida, teriam ido para a casa da jovem, onde iniciaram uma briga com luta corporal, e não soube indicar em qual momento a vítima teria sido morta.

“Foi uma discussão muito feia. Eu tava bêbado, drogado, virado já, estava dois dias sem dormir. Ela também estava usando. Nós usamos pó, bala, MD. Não foi na intenção de matar. Acho que foi droga, muita coisa na cabeça, parece que nem caiu minha ficha”, disse.

“Já estava virado, usando há dois dias. Quando eu vi aquilo, nem parecia cair na minha cabeça”, completou.

Diante da situação, o suspeito recebeu voz de prisão e foi acompanhado de seu advogado à delegacia de Sinop, para registro da ocorrência e demais providências. O caso segue em investigação pela Polícia Judiciária Civil.

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