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Sargento da PM baleado na boca dentro de quartel não resiste e morre em Cuiabá

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Conteúdo/ODOC – O sargento da Polícia Militar baleado nesta quarta-feira (29) dentro do quartel da Companhia Independente de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (Raio), no bairro Jardim Leblon, em Cuiabá, não resistiu aos ferimentos e morreu.

A vítima foi identificada como o segundo-sargento da reserva remunerada Marcos Jonildes Corrêa, de 61 anos. Ele chegou a ser socorrido após o disparo, que atingiu a região da boca, e foi encaminhado de helicóptero pelo Centro Integrado de Operações Aéreas ao Hospital Municipal de Cuiabá, onde o óbito foi confirmado.

As informações iniciais apontam que o próprio militar teria efetuado o disparo. As circunstâncias do caso, no entanto, ainda serão apuradas.

Natural de Cuiabá, Corrêa ingressou na Polícia Militar em 1988 e, mesmo na reserva, estava vinculado à unidade do Raio no 1º Comando Regional.

Em nota, a Polícia Militar de Mato Grosso lamentou a morte do sargento e informou que está prestando apoio psicológico aos familiares. O comandante-geral da corporação, coronel Claudio Fernando Carneiro Tinoco, manifestou condolências a amigos e parentes.

Informações sobre velório e sepultamento ainda não foram divulgadas.

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PC mira criminosos que se passavam por jogador de futebol para extorquir influencer digital em MT

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (16), a Operação Falso 9, para cumprimento de ordens judiciais contra investigados por extorsão na modalidade conhecida como “sextorsão” praticados contra uma influenciadora digital do interior de Mato Grosso.

Na operação são cumpridas cinco ordens judiciais, dentre eles, um mandado de prisão preventiva, dois mandados de busca e apreensão e dois mandados de quebra de sigilo telemático. Os mandados são cumpridos nos municípios de Juína e Castanheira.

As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), apontam que os suspeitos utilizavam identidades falsas em aplicativos de mensagens, se passando por um jogador de futebol famoso, para estabelecer contato com a vítima, uma influenciadora digital e modelo do interior do Estado. 

Após conquistarem a confiança da vítima, os criminosos obtiveram imagens privadas e passaram a exigir dinheiro, chegando a cobrar R$ 20 mil para não divulgar o conteúdo. Sob intensa pressão psicológica, a vítima chegou a realizar uma transferência via Pix no valor de R$ 4 mil. 

Durante as investigações, foi possível identificar o principal responsável pelas extorsões, morador de Juína e outros possíveis envolvidos no município de Castanheira. 

Com base nos elementos produzidos durante a investigação, que apontaram a atuação coordenada dos suspeitos na prática do crime de extorsão, o delegado da DRCI, Guilherme Campomar da Rocha, representou pelas ordens judiciais, que foram deferidas pela Justiça. “A operação tem como objetivo reunir novos elementos de prova, interromper a prática criminosa e evitar a revitimização da vítima”, disse o delegado.

As investigações prosseguem para elucidação de todos os fatos e a identificação de outros possíveis vítimas e  envolvidos.

Nome da operação

O nome da operação “Falso 9” faz referência ao principal artifício empregado pelos criminosos, que se passavam por um jogador de futebol para criar um vínculo de confiança com a vítima e, posteriormente, praticar a extorsão mediante ameaça de divulgação de imagens íntimas.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, para combate à atuação de grupos criminosos envolvidos em diferentes crimes em todo estado.

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