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Deputado Wilson Santos reforça apoio à UFMT em ato público

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Com dois cursos superiores concluídos na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), o deputado estadual Wilson Santos (PSD) participou do ato público em defesa da Instituição, realizado nesta quinta-feira (21), no campus de Cuiabá. A mobilização reuniu docentes, discentes, pesquisadores e profissionais formados pela instituição pública, em reconhecimento ao papel da universidade como patrimônio de Mato Grosso e referência em ensino, pesquisa e extensão no âmbito regional, nacional e internacional.

“Fiz questão de comparecer aqui, no campus da minha universidade. Tudo que eu conquistei devo à UFMT, onde cursei Ciências e Direito. Aqui, também atuei no movimento estudantil, que foi a porta de entrada para minha trajetória política. Tenho orgulho dessa instituição e defendo que sejam fortalecidas as parcerias entre a universidade e o poder público, para que possamos avançar em soluções e projetos que tragam grandes resultados para Cuiabá e para todo o estado. Aqui está o maior conjunto de cérebros privilegiados de Mato Grosso: doutores, mestres e pós-doutores”, ressaltou o parlamentar.

A campanha “Eu tenho orgulho da UFMT” foi organizada por profissionais formados pela instituição, que destacaram a importância de preservar e valorizar a universidade pública, gratuita e de qualidade. Durante o ato, também foi solicitado o apoio do poder público em geral para contribuir com melhorias em áreas como transporte, saúde e políticas públicas voltadas à juventude.

Fonte: ALMT – MT

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Comissão aprova campanha nacional sobre doença falciforme

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4177/21, que cria uma campanha permanente de conscientização sobre a doença falciforme.

O texto original, do deputado Ossesio Silva (Republicanos-PE), foi aprovado com emendas do relator, deputado Diego Garcia (Republicanos-PR), que excluiu referências a “prevenção”. Garcia explicou que a condição é genética e passa de pais para filhos, não sendo possível evitá-la com vacinas ou hábitos de saúde. Ele ressaltou que o foco deve ser o diagnóstico precoce e o tratamento adequado.

A proposta segue para o Senado, a menos que haja recurso para análise pelo Plenário da Câmara.

A doença falciforme altera o formato dos glóbulos vermelhos do sangue, que passam a parecer uma foice, dificultando a circulação do oxigênio. Isso causa crises de dores fortes, cansaço, além de pele e olhos amarelados (icterícia).

Segundo Garcia, manter a palavra “prevenção” poderia sugerir que o Estado buscaria evitar o nascimento de pessoas com essa herança genética, o que seria uma forma de discriminação proibida pela Constituição.

“A cautela é necessária para preservar a conformidade do texto com princípios estruturantes da Constituição, como a dignidade da pessoa humana e a proteção à liberdade no planejamento familiar”, disse o relator.

Qualidade de vida
No Brasil, cerca de 60 mil pessoas vivem com a enfermidade, que atinge principalmente a população negra. A nova campanha pretende unificar as informações do SUS para reduzir a mortalidade infantil e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

A campanha será coordenada pelo Ministério da Saúde e deverá ser acessível a todos os públicos, incluindo pessoas com deficiência.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Ana Chalub

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