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Max Russi viabiliza pavimentação histórica em bairro de Cáceres após mais de 40 anos de espera

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A pavimentação da Rua da Membeca, no bairro Maracanãzinho, em Cáceres, foi entregue nesta terça-feira (7) e marcada como uma conquista de grande importância para os moradores da região. A obra, viabilizada por meio da atuação do presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (PSB), atende a uma antiga demanda da comunidade e foi reconhecida durante a cerimônia de entrega.

“A gente sempre teve a esperança de ver a nossa Rua da Membeca asfaltada. Foram muitas lutas ao longo dos anos, e hoje esse sonho se concretiza com a atuação do deputado Max. É uma conquista de todos os moradores do bairro Maracanãzinho e da região”, afirmou Kleber Celasco, morador há mais de 30 anos da rua.

A pavimentação da via representa o atendimento a uma reivindicação antiga da população, que aguardava a obra há mais de quatro décadas. A iniciativa foi viabilizada por meio de uma parceria entre o deputado, o governo do Estado e a prefeita Eliene Liberato (PSB).

O investimento total foi de R$ 9,1 milhões, sendo R$ 7,8 milhões em emenda parlamentar destinada por Max Russi e o restante em contrapartida do município. O projeto contempla quase 2 quilômetros de extensão e beneficia cinco bairros, com obras de pavimentação asfáltica, tratamento superficial duplo e capa selante, drenagem, sinalização viária e obras complementares.

“O pesadelo chegou ao fim. A Rua da Membeca é um símbolo do compromisso que temos com a população. Essa obra era aguardada há muitos anos e agora finalmente se tornou realidade”, destacou Max Russi.

Para os moradores, o sentimento é de alívio após anos de espera. “Eu desejo que o deputado Max continue com esse olhar pelo povo. É um sonho realizado ver essa obra pronta depois de tantos anos. A gente paga imposto e, muitas vezes, não vê retorno, mas o deputado tem mostrado compromisso, investindo em obras que mudam a vida da gente”, disse Zé Bento, morador da região.

A prefeita Eliene Liberato ressaltou que a entrega da pavimentação representa mais um passo importante na melhoria da mobilidade urbana e da qualidade de vida da população cacerense.

“Era muito triste ver o lamaçal e a situação difícil que os moradores enfrentavam aqui. Quando o nosso deputado Max veio até o local, ele se sensibilizou e disse: ‘Eliene, nós vamos te ajudar’. E assim foi feito. Ele convidou o governador, viemos juntos in loco, e hoje vemos o resultado”, destacou a prefeita.

Fonte: ALMT – MT

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Comissão aprova sistema de coleta seletiva e logística reversa de coco verde

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A Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados aprovou proposta que permite a estados e municípios implantar sistema de coleta seletiva e logística reversa de coco verde, independentemente do serviço público de limpeza urbana.

Logística reversa envolve coleta, transporte, armazenamento, reciclagem e tratamento de resíduos produzidos pelo descarte de produtos e embalagens.

O sistema deve incluir ações de educação ambiental e, sempre que possível, celebrar parceria com cooperativas de catadores.

Mudanças no texto original
O texto aprovado foi a versão do relator, deputado Fernando Monteiro (PSD-PE), ao Projeto de Lei 616/24, do deputado Professor Reginaldo Veras (PV-DF).

O projeto original obriga produtores, distribuidores e comerciantes de coco verde a implantar os sistemas de coleta seletiva e logística reversa para o fruto.

A proposta altera a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que lista os produtos para os quais a logística reversa é obrigatória. Essa logística envolve quem fabrica, importa, distribui e comercializa.

Atualmente, a PNRS já exige logística reversa no caso de agrotóxicos, pilhas e pneus, entre outros itens.

2 bilhões de frutos
O relator afirmou que o Brasil produz quase 2 bilhões de frutos de coco por ano, com cerca de 80% da produção concentrada no Nordeste. Segundo ele, o comércio pulverizado e a informalidade dificultam a criação de um sistema nacional uniforme.

“Uma exigência genérica aplicável a todo o território nacional acabaria, na melhor das hipóteses, não cumprida plenamente”, argumentou.

Segundo Monteiro, o sistema nacional só funcionaria em ambientes controlados, como indústrias processadoras de água de coco ou grandes estabelecimentos comerciais.

“Trata-se não de obrigar os entes à estruturação e implementação da logística reversa, mas de destacar no texto legal a opção de usar os instrumentos da Política Nacional de Resíduos Sólidos para gerir adequadamente o resíduo do coco verde”, explicou o relator.

Próximos passos
O projeto também já foi aprovado pela Comissão de Meio Ambiente e ainda será analisado, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, precisa ser aprovado por Câmara e Senado.

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Natalia Doederlein

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