Política

Projeto de Jayme Campos propõe enfrentar crescimento da violência no campo

Publicado em

Política

Um dos principais líderes do movimento ruralista no Congresso Nacional, o senador Jayme Campos (União-MT) apresentou o Projeto de Lei 6099/25. que institui o Sistema Nacional de Geocercas Rurais de Segurança (SINGERS). A medida, segundo ele, representa uma resposta direta ao avanço da criminalidade no campo e à crescente vulnerabilidade de produtores, trabalhadores rurais e comunidades isoladas.

Em um cenário marcado por aumento das invasões, furtos, roubos e ataques a propriedades rurais, o parlamentar afirma que o Brasil não pode mais conviver com a falta de dados consistentes e com a lentidão operacional das forças de segurança em regiões remotas. Para isso, ele afirmou              , é essencial que medidas sejam adotadas em caráter imediato.

“A violência rural vem crescendo de forma alarmante. Em muitas áreas, o Estado quase não chega. Precisamos de tecnologia, integração e informação para impedir que o crime avance ainda mais” – declarou o senador, ao destacar dados considerados alarmantes.

Entidades como a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) apontam que furtos, roubos e invasões de propriedade rural geram prejuízos significativos e crescentes, afetando diretamente a renda dos produtores e a competitividade do setor. O levantamento denominado ‘Diagnóstico da Criminalidade no Campo’ destaca ainda a ausência de dados sistematizados e a dificuldade de obtenção de estatísticas confiáveis.  Em 2023, o Brasil registrou 2.203 ocorrências, o maior número desde 1985

O SINGERS, por sua vez, reunirá geocercas virtuais, sensores, drones, mapas georreferenciados e inteligência artificial, criando um sistema nacional capaz de monitorar áreas de risco, detectar movimentos suspeitos e acionar rapidamente as forças de segurança. A proposta também fortalece a cooperação entre União, estados e municípios. O texto do projeto detalha como a integração entre os sistemas fundiários, de inteligência policial e de monitoramento territorial permitirá resposta mais rápida, prevenção efetiva e redução dos prejuízos crescentes no meio rural.

“Não estamos falando apenas de proteger patrimônio, mas de garantir a segurança de famílias que vivem e produzem nas áreas mais esquecidas do país. Este sistema é absolutamente necessário – ele acrescentou. A segurança no campo é prioridade para nós e condição central para a estabilidade da produção e do bem-estar das famílias rurais”.

Em forma de apelo, Jayme Campos pediu o apoio dos demais parlamentares ao projeto: “A violência rural é uma ameaça que paira diariamente sobre trabalhadores, produtores e comunidades rurais.  Os prejuízos causados por furtos, roubos e invasões de propriedade são significativos – observou. É hora de enfrentar a violência no campo com a seriedade e a tecnologia que o problema exige.”

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cuiabá

Ilde Taques intensifica articulação para disputar presidência da Câmara de Cuiabá

Publicados

em

O vereador Ilde Taques (Podemos) afirmou nesta quinta-feira (16) que continua em articulação para viabilizar sua candidatura à Mesa Diretora da Câmara de Cuiabá. Segundo ele, o momento é de intensificar o diálogo com os demais vereadores, independentemente de posicionamento político, com o objetivo de consolidar apoios até a votação.

Taques ressaltou que o processo depende de construção coletiva e que a definição passa, necessariamente, pela capacidade de articulação dentro da Casa.

“É um processo eleitoral, como todos os outros. Até o dia da eleição, a gente tem que trabalhar o voto. São 27 vereadores; independentemente de base ou posição independente, todos votam. E a gente, até o dia 25, vai continuar trabalhando esse voto dos pares”, afirmou.

Ilde também detalhou a composição da chapa que vem sendo construída, reunindo parlamentares de diferentes partidos. A vereadora Paula Calil (PL) foi convidada para assumir a primeira secretaria, enquanto Eduardo Magalhães (Republicanos) deve ficar com a vice-presidência e Michelly Alencar (União) com a segunda vice-presidência.

“Nós estamos definindo apenas uma vaga de segundo secretário. Hoje nós temos a cabeça de chapa com Ilde, presidente. A vereadora Paula foi convidada para ser primeira secretária. O vereador Eduardo Magalhães, como vice-presidente. E a vereadora Michelly como segunda vice-presidente”, explicou

Ao comentar a possibilidade de mudança no regimento interno que permitiria reeleições consecutivas, o vereador demonstrou preocupação com os impactos para a democracia.

“Isso seria um retrocesso para a Câmara Municipal de Cuiabá. Se isso acontecer, o presidente pode ficar seis anos no poder, se perpetuando. Isso é muito ruim para a democracia e para o cidadão cuiabano. Imaginem só seis anos com o mesmo presidente. Eu não acredito que isso vá acontecer”, concluiu.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA