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Senado apresenta ações em seminário sobre cidadania na escola

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O diretor da escola de governo do Senado, Nilo Bairros, e o coordenador do Programa Jovem Senador, George Cardim, participaram na segunda-feira (4) do Seminário Interinstitucional Cidadania na Escola, organizado pela Rede Nacional de Educação Cidadã (Redenec). Eles apresentaram as ações da escola de governo da Casa, o Instituto Legislativo Brasileiro (ILB), e do Programa Jovem Senador.

O encontro em Brasília reuniu 22 instituições, entre órgãos públicos do Brasil e do exterior e organizações não governamentais que atuam no campo da educação para a cidadania. O intuito foi promover um espaço de interlocução técnica em apoio à implementação do Programa Educação para a Cidadania e Sustentabilidade (Pecs), do Ministério da Educação (MEC).

Além do Senado, participaram instituições como Câmara dos Deputados, Tribunal de Contas da União (TCU), Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e Conselho Nacional de Justiça (CNJ), entre outras.

O destaque foi a apresentação do Programa Jovem Senador, que alcança mais de 4 mil escolas públicas de ensino médio e cerca de 170 mil estudantes por ano. Graças a parcerias com as secretarias de Educação dos estados e do Distrito Federal, o programa entrega kits de inscrição para escolas de aldeias indígenas, rurais, de comunidades quilombolas e ribeirinhas, como Melgaço (PA).

George Cardim destacou o papel do programa no desenvolvimento de uma “educação cidadã”.

— Os temas do concurso de redação do Jovem Senador são relacionados ao fortalecimento da cidadania e da democracia e levam os alunos a pesquisar, refletir e escrever sobre esses temas. O político baiano Otávio Mangabeira uma vez disse que ‘democracia é uma plantinha tenra, que tem que regar todos os dias‘. Temos o dever de cultivar a democracia, e o Jovem Senador espalha sementes — afirmou.

Nilo Bairros lembrou que a Casa tem um acordo de cooperação técnica com a Redenec e vem debatendo a promoção da educação para a cidadania com ela e outros atores do setor, como a Associação Brasileira das Escolas do Legislativo e de Contas (Abel).

— Foram muitos excelentes exemplos exibidos no seminário, que nos levam a projetar a possibilidade de uma rede que congregue e capilarize esses programas. O Senado mostrou sua atuação nessa área, tanto por parte do ILB, com suas oficinas temáticas e publicações, como por meio do Programa Jovem Senador — comentou o diretor do ILB.

Pecs

O Pecs articula um conjunto de ações destinadas ao fortalecimento e à consolidação da educação para a cidadania e para a sustentabilidade em contexto escolar, ao longo de toda a educação básica, para assegurar a implementação dos temas transversais contemporâneos, expressos na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), em especial nas áreas de cidadania e civismo.

A educação para a cidadania e para a sustentabilidade refere-se ao conjunto planejado e intencional de práticas pedagógicas de caráter interdisciplinar e transversal que permitam aos estudantes ampliar e aprofundar competências e habilidades para atuação cidadã em um contexto democrático.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Senado MT: vote em Janaína Riva e leve junto seus 2 suplentes investigados

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A escolha de Janaína Riva para o Senado também poderá levar à Casa dois nomes que aparecem relacionados a investigações e apurações de órgãos públicos federal e estadual: Danilo Berndt Trento e Rafael Yamada Torres, atuais suplentes na chapa da candidata, anunciados no último minuto do segundo tempo.

Trento é citado em apurações nacionais relacionadas à CPI da Pandemia e em investigações sobre possíveis fraudes contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e a CPI do Crime Organizado. Já Rafael Yamada Torres aparece relacionado à empresa Coliseu Investimentos e Participações, mencionada em investigações da Operação Heritage, conduzida pela Polícia Federal em Mato Grosso.

 

 

Faltando apenas 22 dias da eleição, a presença dos dois suplentes passou a gerar críticas à candidatura de Janaína Riva. Na prática, embora o eleitor possa escolher diretamente a candidata ao Senado, também estarão definindo os suplentes que poderão assumir o mandato em caso de afastamento, renúncia ou vacância do cargo.

Dessa forma, o voto em Janaína Riva não representa apenas a escolha da titular da chapa. O eleitor também estará respaldando uma composição que inclui dois nomes citados em investigações. As apurações, contudo, não significam condenação ou comprovação de responsabilidade criminal.

A inclusão dos suplentes reacendeu o debate sobre os critérios adotados para a formação da chapa e sobre a responsabilidade dos candidatos na escolha de seus aliados políticos. Para os críticos, a composição levanta dúvidas sobre transparência e integridade. Para a defesa da candidata, as acusações são utilizadas como instrumento político para desgastar sua campanha.

O fato é que na última semana, diversos eleitores estão migrando o voto, em José Medeiros (PL), que aparece nas pesquisas, em empate técnico e com chances reais, de tirar a classificação da candidata.

O caso evidencia que o eleitor está analisando não apenas o nome principal da chapa, mas também quem são os suplentes e quais são seus históricos públicos.

Afinal, ao votar em Janaína Riva, o eleitor estará escolhendo uma chapa que inclui dois candidatos citados em graves investigações.

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