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Wellington Fagundes destaca união da Bancada Federal por investimentos em Mato Grosso

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A Bancada Federal de Mato Grosso realizou, na manhã desta segunda-feira (27), uma reunião na sede da Federação das Indústrias de Mato Grosso (FIEMT) para discutir projetos estruturantes e definir prioridades que poderão receber emendas parlamentares no Orçamento Geral da União (OGU) de 2026.

O encontro, coordenado pela deputada federal Coronel Fernanda (PL/MT), contou com a presença da deputada federal Gisela Simona (UB/MT), e dos senadores Jayme Campos (UB/MT), José Lacerda (PSD/MT) e Wellington Fagundes (PL), que teve papel de destaque nas discussões, reforçando a importância de uma atuação integrada e equilibrada da bancada em prol do desenvolvimento de todas as regiões do Estado.

Durante a reunião, prefeitos e representantes de órgãos públicos apresentaram propostas voltadas ao crescimento econômico, social e institucional de Mato Grosso. Entre os participantes estiveram a prefeita Flávia Moretti (Várzea Grande), o prefeito Vander Masson (Tangará da Serra), além de representantes da UFMT, UNEMAT, Defensoria Pública, Polícia Federal, ABIN e do Hospital Universitário Júlio Müller.

Os projetos apresentados abrangem desde investimentos em infraestrutura educacional como a revitalização do campus da UFMT em Cuiabá, a construção de uma escola de aplicação, piscina olímpica no Araguaia, laboratórios móveis, ginásios de esportes nos campi da UNEMAT e equipamentos para o curso de Agronomia até ações nas áreas de saúde, segurança pública e inovação tecnológica, como a nova sede da Polícia Federal em Rondonópolis e a implantação de um parque tecnológico.

Wellington Fagundes que é vice-presidente da Frente Parlamentar Municipalista, ressaltou a importância de olhar com equilíbrio para todos os projetos apresentados, reforçando seu compromisso com o fortalecimento institucional e o desenvolvimento regional de Mato Grosso.

“Esse encontro aproxima as prefeituras, entidades e instituições dos parlamentares, facilitando o diálogo e a apresentação de projetos que possam receber apoio financeiro por meio de emendas. Além de tratar das emendas, também temos um trabalho permanente junto aos relatores e à Comissão de Orçamento, da qual sou membro titular. Isso nos dá mais condições de garantir recursos para áreas estratégicas, como universidades, forças de segurança, infraestrutura, saúde e tecnologia”.

O senador lembrou quando foi relator do orçamento do Ministério da Defesa e teve a oportunidade de atender demandas importantes da Polícia Rodoviária Federal, garantindo a reforma de postos, aquisição de veículos e novos armamentos. “Esse investimento fez com que a PRF de Mato Grosso avançasse muito, especialmente no combate ao narcotráfico e na atuação em inteligência”, concluiu.

Diversos projetos relevantes foram tratados, como, a modernização das universidades, a valorização da pesquisa científica, o fortalecimento da Defensoria Pública, melhorias na saúde e a ampliação da estrutura da Polícia Federal em Rondonópolis. “Trabalhar o orçamento não é apenas destinar recursos para obras, mas planejar investimentos que fortaleçam o Estado e assegurem o desenvolvimento e a segurança da nossa população”, afirmou Wellington.

A bancada voltará a se reunir nos próximos dias para selecionar oito projetos prioritários que receberão emendas coletivas e especiais. A expectativa é que a definição fortaleça a capacidade de investimento do Estado e garanta que os recursos do Orçamento da União sejam aplicados de forma estratégica, justa e equilibrada.

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Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

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