Várzea Grande
Prefeitura inicia pavimentação da Rua Maria Amorim de Arruda, no Capão do Pequi
Várzea Grande
As melhorias garantirão mais segurança, conforto e fluidez no trânsito, além de auxiliar no escoamento da água da chuva e prevenir alagamentos e ainda contemplam uma antiga demanda dos moradores da região
A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Viação e Obras, deu início às obras de pavimentação da Rua Maria Amorim de Arruda, no bairro Capão do Pequi. A via possui aproximadamente 1.100 metros de extensão e conecta o bairro 24 de Dezembro à Rodovia dos Imigrantes, funcionando como importante corredor de tráfego para a região. O projeto contempla uma antiga demanda, um sonho dos moradores e frequentadores da localidade.
O projeto contempla execução total dos serviços de infraestrutura: terraplanagem, aplicação de capa asfáltica, instalação de meio-fio, sarjetas e bocas de lobo. As melhorias garantirão mais segurança, conforto e fluidez no trânsito, além de auxiliar no escoamento da água da chuva e prevenir alagamentos.
Os trabalhos devem ser concluídos até a próxima terça-feira, 15 de julho. Durante esse período, a via passa por interdições parciais, mas o tráfego local não será totalmente bloqueado. A Secretaria informa que as equipes estão organizadas para minimizar os transtornos à população e manter o fluxo de veículos nos trechos não afetados.
“Essa é uma via de ligação estratégica, que facilita o acesso entre bairros e à Rodovia dos Imigrantes. Estamos entregando uma pavimentação completa, com todas as etapas necessárias para garantir qualidade e durabilidade e atendendo à população”, destacou o secretário de Viação e Obras, Celso Pereira.
A obra integra o planejamento da Prefeitura de Várzea Grande para ampliar a malha viária asfaltada do Município e proporcionar melhores condições de mobilidade urbana para a população.
Várzea Grande
Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase
Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.
A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.
Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.
Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.
De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.
A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.
A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.
TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.
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