Cuiabá
Michelly Alencar realiza primeira reunião com nova secretária de Saúde de Cuiabá
Cuiabá
Débora Inácio – Assessoria da vereadora Michelly Alencar 
A presidente da Comissão de Saúde da Câmara Municipal de Cuiabá, vereadora Michelly Alencar (União Brasil), realizou, nesta quinta-feira (07.08), a primeira visita institucional à nova secretária municipal de Saúde, Dra. Danielle Carmona, recentemente empossada no cargo.
Durante o encontro, a parlamentar apresentou um relatório detalhado com as principais demandas e desafios identificados nas unidades de saúde da capital. O documento é fruto do trabalho contínuo de fiscalização e acompanhamento realizado por Michelly junto à rede pública municipal.
“Por meio das visitas e fiscalizações que realizamos nas unidades de saúde, identificamos necessidades urgentes que precisam ser solucionadas. Entreguei à secretária um relatório com apontamentos técnicos e sugestões, visando a adoção de medidas concretas para melhorar o atendimento à população”, destacou a vereadora.
Michelly ressaltou o clima positivo da reunião e manifestou confiança na nova gestão. “Fomos muito bem recebidos pela secretária Danielle, realizamos nossa primeira reunião de alinhamento e saí bastante motivada. Sei que o desafio é grande, mas percebi nela preparo técnico e determinação para promover avanços significativos na saúde de Cuiabá”, afirmou.
Entre as propostas apresentadas, a parlamentar reforçou a importância da implantação do Centro de Emagrecimento, projeto que prevê a criação de um espaço especializado para prevenção e tratamento da obesidade, com atendimento multiprofissional. Segundo Michelly, a iniciativa tem potencial para reduzir a sobrecarga do Sistema Único de Saúde (SUS) e ampliar a qualidade de vida da população.
“Reiterei meu compromisso de continuar contribuindo com a gestão municipal para alcançarmos resultados positivos, que se reflitam diretamente na vida dos cuiabanos. A saúde precisa avançar, e estou à disposição para ser parceira nesse processo”, concluiu.
Fonte: Câmara de Cuiabá – MT
Cuiabá
Fávaro pede remoção de reportagens e direito de resposta após ação movida por pesquisadora
O senador Carlos Fávaro (PSD) informou, nesta segunda-feira (20), que ingressou com uma representação na Justiça Eleitoral para solicitar a retirada de reportagens que relacionam seu nome a uma ação de indenização proposta por uma pesquisadora em Cuiabá. Além da remoção das publicações, o parlamentar requer a concessão de direito de resposta nos mesmos veículos de comunicação.
Em nota, Fávaro afirma que as matérias fazem parte de uma campanha de desinformação com objetivo de prejudicar sua imagem durante o período eleitoral.
“O que assistimos nos últimos dias foi uma tentativa deliberada e orquestrada de associar o meu nome a uma denúncia com o nítido objetivo de gerar prejuízo político em pleno período eleitoral”, declarou.
Segundo a defesa do senador, o contrato para a realização da pesquisa foi firmado entre o Diretório Estadual do PSD de Mato Grosso e a empresa Rumo Serviços Publicitários Ltda., responsável pela execução do trabalho e pela contratação das equipes de campo. Os advogados sustentam que Fávaro não participou da contratação nem da gestão dos pesquisadores envolvidos.
Na representação, a defesa também questiona aspectos formais da ação de indenização apresentada pela pesquisadora, argumentando que documentos como a procuração e a declaração de hipossuficiência teriam sido protocolados sem assinatura.
Entenda o caso
A manifestação do senador ocorre após uma pesquisadora ajuizar uma ação na Justiça em que pede indenização de R$ 65,6 mil. No processo, ela afirma ter sido contratada para atuar em uma pesquisa de opinião pública com remuneração mensal de R$ 1,8 mil, mas alega que, posteriormente, o modelo de pagamento foi alterado para diárias de R$ 75 condicionadas ao cumprimento de metas.
A autora da ação também sustenta que passou a receber apenas pelas entrevistas consideradas válidas, sem que houvesse critérios claros para a aprovação dos questionários, e afirma ter realizado 499 entrevistas durante o período em que trabalhou.
Entre as alegações apresentadas à Justiça, a pesquisadora afirma ainda que os entrevistadores eram orientados, por meio de um grupo de WhatsApp, a enviar fotografias para comprovar a realização das entrevistas, situação que, segundo ela, os expunha a riscos durante o trabalho. Ela também relata que não havia fornecimento de água potável para a equipe durante a jornada.
O processo segue em tramitação. A juíza Ana Cristina Silva Mendes determinou o encaminhamento do caso ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), onde as partes poderão buscar uma solução consensual antes do prosseguimento da ação.
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