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SP: Mostra Jaraguá Kunhangue Ouga’a está em cartaz no Museu do Futebol

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A história das jogadoras do Jaraguá, time indígena da etnia Guarani Mbya, está em destaque no Museu do Futebol, na capital paulista. A mostra celebra o futebol das mulheres da Terra Indígena Jaraguá, localizada na região noroeste da cidade de São Paulo.

Uma homenagem à luta, à alegria e à resistência das mulheres Guarani. Esse é o mote da exposição Jaraguá Kunhangue Ouga’a, que em guarani significa O jogo das mulheres do Jaraguá. A co-curadora da exposição, Maíra Valente conta que as fotos, os objetos e os relatos revelam o papel transformador do futebol na cultura e resistência dessas mulheres.

Quem visitar a mostra vai descobrir que a prática do futebol feminino na aldeia é importante para manter o modo de vida indígena no meio urbano paulistano. Vídeos documentam o bate bola e o cotidiano do grupo. As fotografias foram produzidas pelas próprias jogadoras guaranis.

A exposição entrelaça também elementos sobre a espiritualidade e práticas culturais das guaranis.

A luta pela demarcação do território como terra indígena também é abordada na exposição.

Toda a mostra é bilíngue, com textos, legendas em português e guarani, língua falada ativamente no território indígena do Jaraguá.

O jogo das mulheres do Jaraguá fica em cartaz no Museu do Futebol até 31 de agosto. A entrada é gratuita sempre às terças-feiras.


Fonte: EBC Cultura

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Viva Maria: Flip 2026 celebra a força da língua portuguesa em Paraty

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Olá, gente amiga deste nosso programa, que se apressa em convidar toda a sua audiência a se sentir na paradisíaca cidade de Paraty, no Rio de Janeiro. A partir de amanhã e até o próximo domingo, a cidade vai reunir escritores, pensadores e artistas do Brasil e do mundo na 24ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) 2026, que este ano tem como tema central “A energia da Língua Portuguesa!” 

Mais do que uma oportuna homenagem, o tema celebra a diversidade e a potência dessa nossa língua-mãe, que une mais de 260 milhões de falantes em todo o mundo.

Ao longo dos próximos cinco dias, a língua portuguesa vai ecoar nas mesas de debate, nas atividades programadas e nos diversos espaços da Flip, como a Tenda dos Autores, uma grande vitrine para livros que fazem história. Que o diga Cristina Serra, jornalista e apresentadora do programa Brasil no Mundo, da TV Brasil, que teve a oportunidade de lançar, na Flip de 2019, o livro que escreveu sobre a tragédia de Mariana.

Agora, outra obra marcada pela memória e pela busca por justiça chega ao evento.

Sete anos após perder seus dois únicos filhos e a nora, grávida de seu primeiro neto, no rompimento da barragem de Brumadinho, Helena Taliberti transforma o luto em literatura. Depois de criar o Instituto Camila e Luiz Taliberti, ela lança um relato autobiográfico que vai além da dor: é um grito contra o esquecimento e um convite à justiça, à memória e à vida.

O livro será lançado oficialmente na 24ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), na Casa Ofício, no dia 25 de julho, às 11h30. Na obra, Helena registra sua trajetória de amor, sofrimento e ressignificação, convidando o público a refletir sobre o luto e a importância de preservar a memória.

O lançamento será marcado pelo painel “Semear futuros, cultivar a vida”, que reunirá Helena Taliberti, a jornalista, escritora e roteirista Jéssica Moreira, autora da coluna Morte sem Tabu, da Folha de S.Paulo, e o jornalista e escritor Jamil Chade, referência na cobertura de direitos humanos e crises humanitárias.


Fonte: EBC Cultura

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