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SP: Mostra Jaraguá Kunhangue Ouga’a está em cartaz no Museu do Futebol

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A história das jogadoras do Jaraguá, time indígena da etnia Guarani Mbya, está em destaque no Museu do Futebol, na capital paulista. A mostra celebra o futebol das mulheres da Terra Indígena Jaraguá, localizada na região noroeste da cidade de São Paulo.

Uma homenagem à luta, à alegria e à resistência das mulheres Guarani. Esse é o mote da exposição Jaraguá Kunhangue Ouga’a, que em guarani significa O jogo das mulheres do Jaraguá. A co-curadora da exposição, Maíra Valente conta que as fotos, os objetos e os relatos revelam o papel transformador do futebol na cultura e resistência dessas mulheres.

Quem visitar a mostra vai descobrir que a prática do futebol feminino na aldeia é importante para manter o modo de vida indígena no meio urbano paulistano. Vídeos documentam o bate bola e o cotidiano do grupo. As fotografias foram produzidas pelas próprias jogadoras guaranis.

A exposição entrelaça também elementos sobre a espiritualidade e práticas culturais das guaranis.

A luta pela demarcação do território como terra indígena também é abordada na exposição.

Toda a mostra é bilíngue, com textos, legendas em português e guarani, língua falada ativamente no território indígena do Jaraguá.

O jogo das mulheres do Jaraguá fica em cartaz no Museu do Futebol até 31 de agosto. A entrada é gratuita sempre às terças-feiras.


Fonte: EBC Cultura

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No Rio, cinema africano é tema da mostra Espelhos d’África

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O cinema africano, que vem ganhando destaque mundial, é o tema da mostra Espelhos d’África, em cartaz a partir desta terça-feira (3) na Caixa Cultural Rio de Janeiro. O evento reúne produções cinematográficas do continente e atividades paralelas, como debates e oficinas, que aproximam o público de realizadores e pesquisadores.

Pela primeira vez na capital fluminense, a iniciativa busca ampliar o acesso do público brasileiro ao cinema feito na África, apresentando diferentes perspectivas sobre o continente. Entre os temas abordados estão memória, relações familiares e transformações sociais.

Entre os debates que fazem parte da programação estão: Cinema africano contemporâneo, narrativas e representações; Memória, tradição e identidade no cinema africano; e Corpo, dança e memória. Outra atração do evento são oficinas voltadas para o público infantil, como Imagens que Contam: Histórias Africanas em Cena; e Cinema e Natureza em Cabo Verde: Histórias que saem da Tela.

Todas as sessões têm entrada franca, com distribuição de ingressos na bilheteria 30 minutos antes de cada exibição. A mostra vai até o dia 15 de novembro.


Fonte: EBC Cultura

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