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Thiago Martins de Melo faz primeira exposição individual em São Luís

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Um dos nomes em ascensão da nova geração de artistas visuais brasileiros, o maranhense Thiago Martins de Melo, prestes a completar 44 anos, inaugurou esta semana sua primeira exposição individual em São Luís.

A mostra, batizada de “Cosmogonia Colérica”, reúne 21 obras produzidas entre 2013 e 2025. As peças ocupam salas no Convento das Mercês e no Espaço Cultural Chão SLZ, que ficam no Centro Histórico de São Luís, até o dia  10 de outubro.

Com curadoria de Germano Dushá — que esteve à frente do último Panorama da Arte Brasileira no Museu de Arte Moderna de São Paulo —, a exposição abriga uma multiplicidade de linguagens incluindo pinturas de grandes dimensões, esculturas, gravuras, vídeos experimentais e instalações.

Germano explica que o processo de escolha das peças buscou materializar o conjunto da obra de Thiago.

“A ideia não foi exatamente criar uma exposição cronológica, mas sim que pudesse pegar um nervo, né, pudesse sintetizar os principais eixos espirituais, políticos e estéticos da trajetória do Thiago. Acho que o núcleo da obra do Thiago é exatamente essa profusão de linguagens, e de formas, e de temas. E esse título, Cosmogonia Colérica, fala muito sobre a criação de mundos, sobre gênese. Mas sempre com muita força, muita energia, muita carga.”

Nascido em 1981, em São Luís, Maranhão, Thiago Martins de Melo vive e trabalha entre a capital maranhense, São Paulo, e Guadalajara, no México.

Já realizou exposições individuais em várias cidades no Brasil como na Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre; no Museu Nacional da República, em Brasília; no Centro Cultural São Paulo, sediado na capital paulista; e na Fundação Joaquim Nabuco, em Recife.     

Também já integrou dezenas de exposições coletivas dentro e fora do país, com destaque para  a Bienal do MercoSul em  Porto Alegre, 31ª Bienal de São Paulo,  a primeira Bienal das Amazônias, a Bienal de Lyon, na França e a 12ª Bienal de Dakar, no Senegal, entre outras.

Seus trabalhos fazem parte de coleções permanentes de museus de arte contemporânea em cidades como Miami, nos Estados Unidos; Oslo, na Noruega; além do Masp e da Pinacoteca, em São Paulo, e do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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