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Prefeitura de Várzea Grande cria estratégias de apoio a nova fase das obras do BRT  

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Intervenção será executada pela Sinfra MT em parceria com o Município e contará com atuação integrada das Secretarias Municipais e da Guarda Municipal para garantir segurança viária e mobilidade

A Prefeitura de Várzea Grande informa que, a partir desta sexta-feira (29), terá início uma nova fase das obras do BRT – Bus Rapid Transit – na região da trincheira do Zero Km, na Avenida da FEB. A intervenção será necessária para a instalação de oito caixas de drenagem e seguirá até o dia 6 de setembro, conforme cronograma apresentado pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), responsável pela execução em parceria com o Município.

O trecho terá interdição parcial ou total, a depender do andamento dos trabalhos, e contará com a atuação integrada das Secretarias Municipais de Viação e Obras e de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, além da Guarda Municipal, para garantir segurança viária, fluxo e orientação à população.

Equipes técnicas já realizam levantamentos no local para definir as medidas adequadas de bloqueio. Durante o período de obras, agentes de trânsito estarão presentes para orientar condutores, indicar rotas alternativas e minimizar os transtornos no fluxo de veículos.

A Guarda Municipal reforçará as ações com a continuidade da Operação Via Azul, que já atua nos horários de maior movimento pela manhã e no fim da tarde, para dar fluidez ao tráfego e melhorar a mobilidade na região.

A obra integra o projeto do BRT, que prevê a modernização do sistema de transporte coletivo e a ampliação da infraestrutura de mobilidade urbana na Região Metropolitana de Cuiabá e Várzea Grande.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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