Política
Flávia Moretti comenta possível aliança entre MDB e PL para as eleições de 2026
Política
Aprefeita Flávia Moretti, do PL, se manifestou sobre as movimentações políticas que podem resultar em uma aliança entre o MDB e o PL nas eleições de 2026. Em entrevista, ela destacou que ainda há muito tempo até as convenções e que diversas articulações estão em andamento.
“Olha, eu acho que toda a movimentação política, ainda muita água vai rolar debaixo dessa ponte, tá? Daqui para o ano que vem, vai ser praticamente essa época do ano, vai estar fazendo as convenções”, afirmou Moretti. Ela ressaltou a importância de os partidos dialogarem, independentemente de uma possível união.
Moretti enfatizou que as decisões sobre coligações cabem aos líderes dos partidos e que é vital que as articulações continuem. “O MDB e PL, se juntarem ou não, é uma decisão do partido superior, eu tenho que acatar. Eu falo que eu tenho que acatar”, disse a prefeita, mostrando-se aberta às diretrizes que possam surgir a partir de lideranças
Essa declaração ocorre em um contexto onde o cenário político nacional está em constante mudança, e alianças estratégicas podem ser cruciais para o sucesso nas próximas eleições. A prefeita, que já demonstrou apoio a outras candidaturas, mantém a expectativa de que a união de forças possa trazer benefícios para a região.
Com as eleições a cerca de um ano e meio de distância, as conversas entre MDB e PL podem se intensificar, especialmente considerando a importância de uma base sólida para enfrentar os desafios eleitorais. A articulação entre partidos é um fator determinante para a formação de chapas competitivas e para a mobilização de eleitores.
A posição de Flávia Moretti reflete a cautela que muitos líderes políticos adotam nesse período de pré-campanha, em que alianças podem ser decisivas. À medida que as convenções se aproximam, o cenário deve se clarificar, e os partidos terão que tomar decisões sobre suas coligações e estratégias eleitorais.
E sobre uma publicação recente em um site local informando seu apoio ao ex-prefeito, Kalil Baracat que perdeu as eleições para Flávia Moretti, ela foi enfática na resposta: “FAKE NEWS!”
Política
Projeto amplia acessibilidade de edifícios públicos federais
O Projeto de Lei 1233/26, do deputado Pedro Aihara (PP-MG), amplia a acessibilidade nos edifícios públicos federais por meio de tecnologias assistivas voltadas à orientação e à localização de pessoas com deficiência e pessoas idosas em ambientes internos.
Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta inclui a medida no Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/15).
Conforme a proposta, os edifícios públicos federais deverão dispor de sistemas de sinalização baseados em sensores de proximidade, radiofrequência ou tecnologias similares, integrados a dispositivos móveis capazes de fornecer informações de localização, audiodescrição e rotas acessíveis em tempo real.
O projeto de lei prevê ainda:
- a utilização complementar de recursos de realidade aumentada;
- a adoção de padrões de interoperabilidade; e
- a observância da legislação de proteção de dados pessoais.
A implementação das medidas deverá priorizar áreas de grande circulação e locais de prestação de serviços de saúde, previdência social e assistência jurídica. As despesas decorrentes correrão à conta de dotações orçamentárias próprias, observando-se a disponibilidade financeira da União.
Autonomia
Pedro Aihara argumenta que, apesar de a legislação brasileira já tratar da acessibilidade arquitetônica, o acesso nos prédios públicos brasileiros ainda é focado em barreiras físicas, como rampas e elevadores.
A falta de sinalização dinâmica, segundo Aihara, faz com que pessoas com deficiência visual e pessoas idosas dependam da ajuda de terceiros para encontrar uma sala de audiência ou um guichê de atendimento.
O deputado esclarece ainda que os dispositivos propostos para uso nos prédios públicos são pequenos, fáceis de instalar e com baterias duradouras. “Eles emitem sinais captados por smartphones, permitindo que aplicativos de navegação forneçam audiodescrição precisa, por exemplo, se você está a 5 metros da recepção”, explica.
“O Brasil deixará de apenas permitir a entrada de pessoas com deficiência e idosas para, de fato, permitir a sua autonomia”, afirma Aihara.
Tramitação
O projeto será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Urbano; de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa; de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo.
Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Pierre Triboli
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