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Polícia Civil desarticula grupo criminoso que movimentou R$ 100 milhões com drogas em MT

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron) e da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), deflagrou, na manhã desta terça-feira (2.9), a Operação Conductor, para cumprir 95 ordens judiciais contra um grupo criminoso que atua nas regiões de fronteira de Mato Grosso e metropolitana de Cuiabá, cometendo crimes de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, chegando a movimentar R$ 100 milhões.

Estão sendo cumpridos 16 mandados de prisão preventiva, 35 mandados de busca e apreensão, 39 bloqueios de valores e cinco sequestros de veículos, expedidos pelo Juízo da Quarta Vara Criminal da Comarca de Cáceres, em Cuiabá, Várzea Grande, Cáceres, São Luís (MA) e Jaboatão dos Guararapes (PE).

A investigação teve início após a prisão de um homem, de 31 anos, no dia 12 de abril de 2024, em Cáceres, pela Polícia Rodoviária Federal, que estava transportando 153,8 mil kg de cocaína em seu veículo, um Renault Master Eurolaf, que simulava ser utilizado para o transporte de passageiros.

Após a apreensão, as investigações, que tiveram duração de mais de um ano, identificaram um grupo criminoso voltado para tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, com envolvimento de pelo menos 31 pessoas físicas e oito pessoas jurídicas.

O líder do grupo, morador de Várzea Grande, controlava o transporte da droga desde a região de fronteira, o armazenamento, negociação e distribuição na região metropolitana de Cuiabá.

“Durante o período de cerca de quatro meses, o grupo recebeu mais de duas toneladas de drogas, armas de fogo e munições, sendo um carregamento por semana. O valor estimado da droga recebida nesse período é de R$ 45 milhões, que corresponde à quantia bloqueada/sequestrada dos investigados”, afirmou a delegada Bruna Laet, responsável pela investigação do caso.

Os entorpecentes do grupo eram destinados tanto ao consumo local quanto enviados a outros estados da federação. As investigações apontaram que a movimentação financeira do grupo com a comercialização da droga chega a R$ 100 milhões.

“Esse grupo criminoso alugava residências de médio padrão em Várzea Grande exclusivamente para armazenar a droga, armas de fogo e munições, e realizava a entrega desses materiais em supermercados e terminais de ônibus”, relatou a delegada Bruna Laet.

Durante as investigações, a Polícia Civil contou com a cooperação da Receita Federal e da Politec, que foram essenciais na obtenção de provas e, consequentemente, na identificação da estrutura e modus operandi da organização, bem como com a celeridade do Ministério Público e do Poder Judiciário, respectivamente, nas manifestações e decisões.

A operação conta com apoio de equipes da Delegacia Regional de Cáceres e das Diretorias Metropolitana, de Interior e de Atividades Especiais.

O nome da operação, Conductor, faz menção à função desempenhada pelo homem que transportava a droga da região de fronteira até Várzea Grande e simulava realizar o transporte de passageiros na van que foi apreendida com a droga.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Adolescente é morto a tiros enquanto dormia ao lado da irmã em Mato Grosso

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Conteúdo/ODOC – Um adolescente de 17 anos foi morto a tiros enquanto dormia ao lado da irmã, na manhã desta quarta-feira (2), dentro de uma residência em Pontes e Lacerda (a 448 km de Cuiabá). O atirador invadiu o quarto, efetuou vários disparos contra a vítima e fugiu.

O crime aconteceu por volta das 7h17. A Polícia Militar foi acionada pelo telefone 190 após receber a informação de que uma pessoa havia sido baleada em uma casa.

Quando os policiais chegaram ao endereço, uma equipe do Corpo de Bombeiros já estava no local e havia constatado a morte do adolescente.

A irmã contou aos policiais que dormia no mesmo quarto que o irmão quando um homem entrou no cômodo. O suspeito foi até o adolescente, que estava deitado na cama, e efetuou diversos disparos contra ele.

Após o ataque, o criminoso fugiu e não havia sido localizado até a publicação desta matéria.

A mãe e a irmã da vítima relataram à Polícia Militar que o adolescente seria integrante de uma facção criminosa que atua no município. A possível relação entre essa informação e o homicídio será investigada.

O corpo do adolescente foi encaminhado para exame de necropsia.

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