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João Kepler, Primo Pobre e o “melhor vendedor do mundo” estarão em Cuiabá para imersão empresarial

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Cuiabá será palco, no dia 4 de outubro de 2025, de um dos maiores encontros de empreendedores e líderes do Estado. A capital mato-grossense recebe a 3ª edição do Start Business Prosperity, imersão promovida pela Rede Prosperity que promete um dia de crescimento, networking e virada de chave para empresários e visionários.

Entre os destaques da programação estão João Kepler, empresário, anjo-investidor e apresentador de TV; Eduardo Feldelberg, conhecido como o Primo Pobre; e Marquinhos Malaquias, reconhecido internacionalmente como o melhor vendedor do mundo. O evento ainda contará com a presença de Cidinho Santos, empresário, ex-senador e presidente do Conselho da Nova Rota do Oeste; da empresária e mentora Greice Joviane; além do pastor José Fernandes Noleto, presidente da Assembleia de Deus Madureira Mato Grosso, e de Tony Cozendey, CEO da rede de franquias Instituto Visão Solidária e líder da Rede Prosperity.

Segundo Tony, a proposta vai além de um simples encontro de negócios. “É mais que um evento, é um marco na vida de quem deseja crescimento real, conexões de alto nível e acesso a estratégias de verdade”, destacou.

A Rede Prosperity, ministério de empresários da AD Madureira Mato Grosso, é quem organiza o encontro. O objetivo é oferecer aos participantes um ambiente cristão, seguro e transformador, unindo princípios de fé com conteúdo prático para escalar negócios. “Aqui você encontra relacionamentos estratégicos, momentos de ministração, oração e alinhamento com o Reino. Acreditamos em princípios. Vivemos com propósito”, completou Tony.

SERVIÇO
• Evento: Start Business Prosperity – 3ª edição
• Data: 04 de outubro de 2025
• Local: Hotel Fazenda Mato Grosso, Cuiabá
• Horário: a partir das 8h
• Ingressos: disponíveis em redeprosperity.com ou pelo Instagram @redeprosperity

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Cuiabá

Comerciantes impulsionam economia no Festival da Pamonha na Comunidade Rio dos Peixes

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Com foco nos comerciantes da região, o 7º Festival da Pamonha da Comunidade Rio dos Peixes segue movimentando a economia local e fortalecendo a agricultura familiar. Realizado às margens da MT-251, o evento reúne produtores e trabalhadores que encontram na tradição do milho uma importante fonte de renda e visibilidade.

Presidente da Associação dos Pamonheiros e à frente da organização desde a primeira edição, Katia Maraiki Schroeder destaca o crescimento contínuo do festival e o impacto direto para quem vive da produção. “Esse evento é muito importante para nós. A cada ano o sucesso é maior. Aumentou a quantidade de milho e de produtores. Começamos com nove e hoje já são 14, e só cresce”, informou.

A diversidade de produtos também chama atenção e amplia as oportunidades de venda ao longo dos dias de evento.

“Hoje tem uma variedade muito grande: licor de milho, bolinho frito, picolé de pamonha, cural, milho cozido e bolo. A cada ano aumenta mais. E os preços são acessíveis, entre R$ 10 e R$ 15, para todo mundo poder consumir”, disse Katia.

Além das tradicionais pamonhas doces, salgadas e recheadas, o público encontra variedade de produtos derivados do milho ao longo do festival. Entre eles estão cural, milho cozido, bolos, doces e até licor de milho, reforçando a diversidade gastronômica e a identidade cultural da região.

A expectativa de público também reforça o potencial econômico para os comerciantes. “A gente calcula entre 4 mil e 5 mil pessoas por dia, porque aqui é rota de passagem. Muita gente para, consome e segue viagem. Isso movimenta bastante.”

Na ponta da venda, quem também sente esse impacto é o comerciante Léo Rodriguez, que trabalha em uma das pamonharias participantes e destaca os produtos mais procurados.

“A nossa especialidade é o caldo de quenga, que é um prato típico, mas também temos pamonha doce e salgada, cural, bolo de milho e sopa paraguaia. O que mais sai é a pamonha e o caldo”, contou.

Com opções variadas, os preços seguem uma média acessível, o que ajuda a atrair consumidores. Para além das vendas, Léo reforça o papel social do festival na geração de renda para trabalhadores da comunidade.

“Ajuda muito, principalmente quem trabalha de forma informal. É uma renda extra, um complemento. Além disso, o pessoal divulga o próprio trabalho, que já é tradição. Isso aqui alimenta muitas famílias”, comentou.

Com apoio institucional da Prefeitura de Cuiabá e presença do prefeito Abilio Brunini na abertura, o festival segue até o dia 21 de abril, consolidando-se como um dos principais eventos gastronômicos e culturais da região.

Segundo o secretário municipal de Agricultura e Trabalho, Vicente Falcão, o festival vai além da valorização cultural e tem impacto direto na economia, ao envolver centenas de trabalhadores e movimentar toda a cadeia produtiva do milho, da produção à comercialização.

“Isso impacta diretamente na economia. São cerca de 300 pessoas trabalhando no evento, desde a produção até as barracas. É um ciclo completo, da terra ao balcão, que gera renda, fortalece a agricultura familiar, garante alimento de qualidade e ainda fecha com sustentabilidade, reaproveitando os resíduos na própria produção”, pontuou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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