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Polícia Civil recupera R$ 9,2 mil transferidos incorretamente via pix

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A Polícia Civil, em uma ação conjunta entre as Delegacias de Peixoto de Azevedo e de Juína, conseguiu, em poucas horas, a devolução do valor de R$ 9,2 mil, que havia sido enviado para uma conta incorreta mediante transação de pix nessa sexta-feira (12.9).

Ao perceber o equívoco, o homem, de 50 anos, que havia realizado a transferência incorreta, e a pessoa que deveria ter recebido procuraram a Delegacia de Peixoto de Azevedo e informaram o ocorrido.

Através dos sistemas policiais, foram identificados a conta e o endereço da pessoa que recebeu os valores indevidamente, um jovem de 20 anos.

Em seguida, a equipe da Delegacia de Peixoto de Azevedo entrou em contato com a Delegacia de Juína, cidade onde reside o jovem que havia recebido o depósito.

Os investigadores da unidade de Juína rapidamente foram até o endereço, informaram sobre as responsabilidades legais e orientaram o jovem quanto à devolução.

Logo após ser comunicado, o jovem realizou a transferência dos valores de volta à conta de origem, encerrando o impasse. A rápida ação tanto da pessoa que havia feito a transferência equivocada, quanto dos policiais das duas delegacias, garantiu a devolução integral dos R$ 9,2 mil.

“Apropriação de coisa achada é crime, devendo o valor ou bem encontrado ser restituído ao dono ou entregue à autoridade competente. Em casos de transferências incorretas via Pix, a Polícia Civil está à disposição para atendimento e orientação da população”, informou o delegado Henrique Madureira Espindola de Barros, que atendeu a ocorrência.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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