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Homem é preso na Bolívia por envolvimento na morte de adolescente em Rondonópolis

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A polícia boliviana prendeu no último sábado (13) Edson Prada de Moraes, de 39 anos, acusado de participação na morte de Carlos Henrique Rosa Rezende Costa, de 16 anos, ocorrida em janeiro deste ano em Rondonópolis (218 km de Cuiabá).

Edson era considerado foragido e, segundo as investigações, teria sido o responsável por planejar e executar o crime. Um dos presos relatou à polícia que o suspeito pretendia levar o corpo até um local conhecido como “sumidouro”, na região de Itiquira, para dificultar a localização.

Crime motivado por ciúmes

De acordo com a Polícia Civil, uma das motivações do homicídio seria o ciúme de Edson em relação a uma ex-namorada que havia se envolvido com Carlos. Além dele, outras duas pessoas já foram presas e indiciadas por homicídio duplamente qualificado, ocultação de cadáver e sequestro.

Como aconteceu

O adolescente desapareceu no dia 8 de janeiro, após sair de casa dizendo que iria procurar emprego. Segundo a mãe, ele não retornou, e o caso foi registrado na delegacia dois dias depois.

A investigação apontou que Carlos utilizou um carro de aplicativo até o Shopping Popular, em Rondonópolis, onde embarcou em uma motocicleta que o aguardava. O piloto da moto foi identificado como cunhado da vítima, de 27 anos, que confessou ter entregue o adolescente a dois homens armados em troca de R$ 400. Ele ainda admitiu à polícia que sabia que o menor seria morto.

O caso segue em investigação, e Edson será transferido para Mato Grosso para responder pelos crimes.

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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