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Prefeitura de Cuiabá conclui avaliação de Português e Matemática a 28 mil alunos

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A Prefeitura de Cuiabá concluiu, nesta terça-feira (23), a aplicação de provas de Língua Portuguesa e Matemática a 28 mil estudantes matriculados no ensino fundamental.

A iniciativa faz parte do programa Giro pela Aprendizagem e visa preparar os alunos para o SAEB (Sistema de Avaliação da Educação Básica), avaliação do Ministério da Educação (MEC) que será realizada entre os dias 20 e 31 de outubro deste ano.

Estudantes com idades entre 7 e 14 anos participaram, desde segunda-feira (22), de uma avaliação composta por 40 questões de múltipla escolha e perguntas abertas em cada uma das disciplinas.

As provas ocorreram simultaneamente nas 82 EMEBs (Escolas Municipais de Educação Básica), nos períodos da manhã (7h às 11h) e da tarde (13h às 17h). Foram duas horas destinadas à avaliação de Língua Portuguesa e outras duas horas à de Matemática. Cada aluno também respondeu a seis questões dissertativas: três de Português e três de Matemática.

“Essas avaliações auxiliam na identificação do que pode ser aperfeiçoado junto aos estudantes. O foco da educação é sempre melhorar a aprendizagem”, declarou o professor Paulo Santana, coordenador do ensino fundamental da Secretaria Municipal de Educação.

#PraCegoVer

A foto mostra crianças em uma sala de aula, todas com uniforme oficial da Prefeitura de Cuiabá, sentadas em cadeiras enquanto respondem às questões de um caderno de prova.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Fávaro pede remoção de reportagens e direito de resposta após ação movida por pesquisadora

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O senador Carlos Fávaro (PSD) informou, nesta segunda-feira (20), que ingressou com uma representação na Justiça Eleitoral para solicitar a retirada de reportagens que relacionam seu nome a uma ação de indenização proposta por uma pesquisadora em Cuiabá. Além da remoção das publicações, o parlamentar requer a concessão de direito de resposta nos mesmos veículos de comunicação.

Em nota, Fávaro afirma que as matérias fazem parte de uma campanha de desinformação com objetivo de prejudicar sua imagem durante o período eleitoral.

“O que assistimos nos últimos dias foi uma tentativa deliberada e orquestrada de associar o meu nome a uma denúncia com o nítido objetivo de gerar prejuízo político em pleno período eleitoral”, declarou.

Segundo a defesa do senador, o contrato para a realização da pesquisa foi firmado entre o Diretório Estadual do PSD de Mato Grosso e a empresa Rumo Serviços Publicitários Ltda., responsável pela execução do trabalho e pela contratação das equipes de campo. Os advogados sustentam que Fávaro não participou da contratação nem da gestão dos pesquisadores envolvidos.

Na representação, a defesa também questiona aspectos formais da ação de indenização apresentada pela pesquisadora, argumentando que documentos como a procuração e a declaração de hipossuficiência teriam sido protocolados sem assinatura.

Entenda o caso

A manifestação do senador ocorre após uma pesquisadora ajuizar uma ação na Justiça em que pede indenização de R$ 65,6 mil. No processo, ela afirma ter sido contratada para atuar em uma pesquisa de opinião pública com remuneração mensal de R$ 1,8 mil, mas alega que, posteriormente, o modelo de pagamento foi alterado para diárias de R$ 75 condicionadas ao cumprimento de metas.

A autora da ação também sustenta que passou a receber apenas pelas entrevistas consideradas válidas, sem que houvesse critérios claros para a aprovação dos questionários, e afirma ter realizado 499 entrevistas durante o período em que trabalhou.

Entre as alegações apresentadas à Justiça, a pesquisadora afirma ainda que os entrevistadores eram orientados, por meio de um grupo de WhatsApp, a enviar fotografias para comprovar a realização das entrevistas, situação que, segundo ela, os expunha a riscos durante o trabalho. Ela também relata que não havia fornecimento de água potável para a equipe durante a jornada.

O processo segue em tramitação. A juíza Ana Cristina Silva Mendes determinou o encaminhamento do caso ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), onde as partes poderão buscar uma solução consensual antes do prosseguimento da ação.

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