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Deputado participa de reinauguração e destaca importância histórica do Palácio das Artes Marciais no Brasil

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Wilson Santos com Pedro Shionaha e o secretário Davi Moura

Wilson Santos com Pedro Shionaha e o secretário Davi Moura

Foto: Samantha dos Anjos

O deputado Wilson Santos (PSD) participou, na terça-feira (23), da reinauguração do Palácio das Artes Marciais Iusso Sinohara, localizado em Cuiabá e o primeiro ginásio dedicado às modalidades de luta no Brasil. A reforma foi realizada pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), e a solenidade contou ainda com a presença do governador Mauro Mendes, do secretário de Esporte e Lazer, Davi Moura, e de outras autoridades políticas e representantes da comunidade esportiva.

Wilson Santos, prefeito de Cuiabá entre 2005 e 2008, durante a construção e entrega do ginásio, ressaltou a importância da obra e aproveitou para reconhecer o papel do ex-prefeito Roberto França, idealizador do projeto. “Roberto França pensou, planejou e buscou recursos, mas não teve tempo de concluí-lo. Eu finalizei a obra em minha gestão e, em homenagem a Iusso Shinohara, que nunca participou de esportes e foi um dos grandes mecânicos da Capital, e considerando a contribuição de seu filho Pedro Shinohara, que se destacou com uma academia no Porto e foi seis vezes treinador da seleção brasileira de judô, decidimos dar o nome ao espaço”, explicou o parlamentar.

O espaço recebeu investimentos de R$ 5 milhões, com melhorias que garantem mais funcionalidade, segurança e conforto aos atletas e ao público. O deputado conta que ficou impressionado com a qualidade do ambiente após a reforma, em que está 100% climatizado, bem iluminado e com estacionamento. “Fiquei muito feliz. Parabéns ao governador e ao secretário Davi Moura e todos envolvidos neste projeto de modernização e revitalização do espaço”, disse.

Pedro Luiz Shinohara, agradeceu ao governador Mauro Mendes por ter mantido o nome que leva o Palácio das Artes Marciais. “É um orgulho muito grande. Mais ainda, foi a iniciativa de Wilson Santos acatar o pedido de sete federações na época, para que pudessem ter um espaço especial para arte marcial. Foi a primeira estrutura do gênero no Brasil, um espaço pioneiro. Recebemos secretários de outros estados que vieram conhecer essa iniciativa”, afirmou Shinohara.

O deputado Beto 2 a 1 (União) também destacou a relevância da revitalização. “Há muito tempo o Palácio das Artes Marciais estava esquecido pelo Poder Público. Agora, com a sensibilidade do governador e de toda a equipe, o espaço voltou a ocupar o lugar de destaque que merece. Parabenizo todos os envolvidos, em especial o deputado Wilson, que estava com os olhos cheios de alegria”, ressaltou.

O espaço, considerado um dos mais modernos da América Latina para a prática de artes marciais, consolida-se novamente como referência esportiva e cultural para Mato Grosso e para o Brasil. Durante a reinauguração, atletas apresentaram 14 modalidades de artes marciais praticadas em Mato Grosso, como boxe, capoeira, jiu-jitsu, jiu-jitsu esportivo, judô, judô paralímpico, karatê, karatê-dô, kung fu, kickboxing, muay thai, sambo, taekwondo e wrestling.

Fonte: ALMT – MT

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Senado aprova MP do financiamento de veículos para motoristas de aplicativo e taxistas

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O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (1º) a medida provisória que destina recursos para o financiamento de veículos a motoristas de transporte privado de passageiros — incluindo motoristas de aplicativo (motos ou carros), taxistas, cooperativas de taxistas e profissionais de transporte escolar.

A medida provisória (MP 1.366/2026) aprovada pelos senadores mantém a redação que passou ontem na Câmara dos Deputados. A única mudança é uma emenda de redação feita pelo relator da matéria, senador Giordano (Podemos-SP). Agora o texto segue para a sanção da Presidência da República.

Durante a tramitação na Câmara, o texto incorporou dispositivos de outra medida provisória, a MP 1.359/2026, que destina até R$ 30 bilhões para o financiamento da compra de veículos novos que respeitem critérios de sustentabilidade ambiental, social e econômica. O prazo de validade da MP 1.359/2026 termina no próximo dia 15.

A emenda de redação de Giordano fez com que o texto fizesse referência explícita à MP 1.359/2026.

Outra mudança feita na Câmara é a permissão para o financiamento de infraestrutura, equipamentos e renovação da frota do transporte urbano de passageiros ou cargas. O foco principal do governo ao editar a MP 1.366/2026 era a concessão de empréstimos para a compra de motos e motocicletas por entregadores de aplicativo.

A versão aprovada pelos deputados federais também incluiu novas regras para o Fundo de Investimento em Infraestrutura Social (Fiis), além de incorporar medidas relacionadas ao transporte escolar, à acessibilidade, à transparência e às áreas de trânsito, habitação e indústria de baterias.

Pagamento flexível

A Câmara também incluiu na MP 1.366/2026 a autorização para que os bancos adotem um sistema de pagamento flexível para as operações. Essa regra permite a cobrança de parcelas com valores diferentes no início e no final do financiamento, com o objetivo de facilitar o acesso ao crédito pelos trabalhadores.

O acesso à linha de crédito fica limitado a um veículo por motorista de transporte privado ou taxista e, no caso das cooperativas, a um veículo por cooperado. O texto também permite o financiamento do seguro do veículo e do seguro prestamista, desde que sejam contratados com o bem financiado.

Além disso, o texto permite o uso da linha de crédito para custear a adaptação de veículos para motoristas com deficiência e para a adaptação de táxis ao transporte de passageiros em cadeiras de rodas.

A medida provisória também trata do financiamento de itens de segurança para mulheres motoristas. Nesse sentido, atribui ao Conselho Monetário Nacional (CMN) a competência para estabelecer taxas, prazos e carências com condições diferenciadas para mulheres.

Agentes financeiros

O texto determina que as linhas financiadas com recursos do Fundo de Investimento em Infraestrutura Social (Fiis) terão como agentes financeiros o BNDES, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal. Essas instituições poderão habilitar outros agentes financeiros, públicos ou privados, desde que eles assumam os riscos das operações.

As linhas financiadas com recursos do Fiis terão como agentes financeiros o BNDES, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal. Essas instituições poderão habilitar outros agentes financeiros, públicos ou privados, desde que eles assumam os riscos das operações.

Durante a tramitação na Câmara, foi retirado do texto a referência explícita às fintechs, mas não foi proibida a participação dessas empresas como agentes habilitados.

Para aderir, os beneficiários deverão autorizar o compartilhamento das informações necessárias à verificação dos critérios de elegibilidade. No caso dos profissionais vinculados a aplicativos, as plataformas digitais serão responsáveis por fornecer os dados.

Transparência

O texto autoriza o uso de recursos do Fiis para financiar a renovação de frota e investimentos relacionados ao transporte urbano. Para reduzir os riscos das operações e ampliar a oferta de crédito, o arranjo prevê a cobertura de garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO) e do Fundo Garantidor para Investimentos (FGI).

Pelo texto, os bancos divulgarão dados abertos com o número de operações, valores contratados, taxas praticadas e inadimplência, em observância à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). O comitê gestor do Fiss deverá encaminhar ao Congresso Nacional um relatório anual de avaliação de impacto social, econômico e ambiental.

Com informações da Agência Câmara de Notícias

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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