Polícia
Polícia Civil esclarece homicídio e ocultação de cadáver em Sinop
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A Polícia Civil elucidou, em rápida ação investigativa, o crime de homicídio e ocultação de cadáver ocorrido na cidade de Sinop, nesta quarta-feira (1º.10).
A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) foi acionada em razão da localização de um corpo às margens do Rio Garças, apresentando sinais de violência. A vítima foi identificada como Hudson da Silva, 38 anos.
Imediatamente, foram iniciadas as diligências para identificação e prisão da autoria do crime. No decorrer da investigação, os policiais conseguiram levantar evidências da participação de dois adolescentes, de 15 e 16 anos de idade, que confessaram o envolvimento no crime.
De acordo com os relatos colhidos pelos menores, no dia 29 de setembro de 2025, a vítima contratou um dos adolescentes para realizar serviços de limpeza em sua residência.
Após o início dos trabalhos, ambos, que já se conheciam, passaram a ingerir bebida alcoólica e convidaram o segundo adolescente. No decorrer do dia, após discussões motivadas por desentendimentos de ordem pessoal, os dois adolescentes decidiram matar o homem.
Conforme as apurações, um dos investigados desferiu golpes contra Hudson com um pé de cabra, enquanto o outro o estrangulou com o uso de uma toalha. Em seguida, os adolescentes subtraíram diversos pertences da vítima, incluindo joias que, posteriormente, foram vendidas.
Ainda segundo os depoimentos, por volta da 01h da madrugada do dia 1º de outubro, os adolescentes retornaram ao local do crime, removeram o corpo e o lançaram no Rio Garças, além de tentarem destruir o veículo da vítima.
Com base nos elementos colhidos e nas confissões formais, os adolescentes foram conduzidos à DHPP, em Sinop, sendo autuados em flagrante pelos atos infracionais análogos aos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e furto qualificado.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
Vídeo mostra moradora agredindo e xingado síndica de condomínio em VG: “Preta incompetente”
Conteúdo/ODOC – A síndica de um condomínio residencial em Várzea Grande denunciou ter sido vítima de agressões físicas, ameaças e injúria racial praticadas por uma moradora durante uma discussão ocorrida no fim de maio. O caso foi registrado nesta terça-feira (2) na Polícia Civil.
O episódio aconteceu no Condomínio Chapada dos Buritis, no Bairro Ponte Nova, e teve como vítima Selma Guimarães Souza. A suspeita foi identificada como Maisa de Paula Pereira.
Segundo o boletim de ocorrência, o desentendimento teve início após a moradora questionar a responsabilidade do condomínio por uma infiltração em seu apartamento.
No entanto, laudos técnicos apontaram que o problema teria sido causado por um vazamento em uma unidade localizada no andar superior, afastando a responsabilidade da administração condominial.
Conforme o relato da síndica, a moradora passou a perseguir e hostilizar funcionários e integrantes da administração, cobrando providências consideradas indevidas.
A situação culminou em uma discussão no pátio do condomínio, onde a suspeita teria seguido a vítima enquanto fazia ameaças e proferia ofensas.
As cenas foram registradas por câmeras de segurança. Nas imagens, a moradora aparece discutindo de forma exaltada com a síndica e, em determinados momentos, parte para agressões físicas.
Ainda de acordo com a denúncia, durante a perseguição a vítima foi chamada de “sua preta incompetente” e “verme”, além de ouvir a ameaça: “você me paga”.
A discussão prosseguiu até o salão de festas do condomínio, onde ocorria uma reunião com representantes de uma empresa terceirizada. Na frente dos presentes, a suspeita teria continuado as ofensas, chamando a síndica de “preta nojenta”, “incompetente” e “jumenta”, além de apontar o dedo em seu rosto.
Em seguida, a mulher teria empurrado a vítima, sendo contida por funcionários que participavam da reunião. Mesmo após ser afastada, ela ainda tentou arremessar uma cadeira contra a síndica, segundo o registro policial.
A Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência.
O caso foi registrado como injúria racial, perseguição e vias de fato e será investigado pela Polícia Civil.
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