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Emendas de Jayme Campos garantem mais R$ 5,7 milhões para atenção à saúde

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O Governo Federal acaba de liberar mais R$ 5,7 milhões em recursos do Orçamento Geral da União para mais 8 municípios de Mato Grosso. Os valores, consignados através de emendas apresentadas pelo senador Jayme Campos (União-MT), deverão ser utilizadas nas ações do Piso da Atenção Primária à Saúde (PAP), que é o conjunto de recursos financeiros destinados ao financiamento das ações de saúde básica no Sistema Único de Saúde (SUS).

“Estamos avançando no sentido de garantir aos municípios condições para investir na saúde pública, que é, sem dúvida alguma, uma das mais importantes ações que um político pode oferecer à população” – frisou o senador, que já foi três vezes prefeito de Várzea Grande e agora, como senador, integra a Frente Parlamentar de Defesa dos Municípios Brasileiros no Congresso Nacional.

Os oito municípios que tiveram recursos liberados agora pela União são: Canabrava do Norte, Cláudia, Colíder, Cotriguaçu, Juscimeira, Nova Brasilândia, Nova Ubiratã e Nova Xavantina.  Campos havia anunciado, na semana passada,  R$ 3,1 milhões para saúde de Várzea Grande – dos quais, já R$ 600 mil liberados. No começo de setembro, foram mais R$ 2,2 milhões para as cidades de Araputanga, Colniza, Nova Canaã do Norte, Santo Antônio de Leverger e São José dos Quatro Marcos.

Neste ano de 2025, o total pago em emendas individuais para assistência hospitalar e ambulatorial, além do custeio dos serviços de saúde, foi de quase R$ 20 milhões, atendendo mais 40 cidades de Mato Grosso.

Os recursos do PAP são utilizados para a compra de insumos, o funcionamento das unidades de saúde, o custeio de programas e estratégias de saúde, como vacinação e controle de doenças.  O financiamento da Atenção Primária a Saúde, através do PAP, é crucial para que os municípios possam prestar uma atenção integral à saúde da população, sendo a principal porta de entrada para o SUS.

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Girão elogia classificação de facções como terroristas pelos EUA e cobra ações

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Em pronunciamento por videoconferência nesta segunda-feira (1º), o senador Eduardo Girão (Novo-CE) afirmou que a expansão das facções criminosas se tornou uma das principais ameaças à segurança pública no país. O parlamentar comentou a decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras.

— A classificação anunciada pelos Estados Unidos é até um alento, abre um debate que o Brasil vem adiando há anos. É evidente que qualquer cooperação internacional deve respeitar a soberania brasileira. Nenhum país pode admitir interferências indevidas em seus assuntos internos, mas soberania não pode ser confundida com rendição ao império do crime. A verdadeira soberania se exerce quando o Estado tem capacidade de proteger sua população, de controlar seu território e de garantir que a lei prevaleça sobre o crime — disse.

Segundo o parlamentar, a medida reforça a necessidade de ampliar o combate às facções criminosas e de reconhecer a dimensão internacional das atividades desses grupos. O senador citou dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e afirmou que o Ceará está entre os estados mais violentos do país. Segundo ele, cinco dos 12 municípios com maiores índices de violência no Brasil estão localizados no estado. O senador destacou que as facções criminosas exercem influência sobre comunidades e atividades econômicas em diversas regiões. Para ele, esse cenário está relacionado à falta de ações mais efetivas de combate ao crime organizado por parte do poder público.

— O estado do Ceará vive o mais absoluto caos na segurança pública. As facções do Ceará funcionam como um poder paralelo, dominando bairros inteiros da capital cearense, Fortaleza, e cidades do interior também, extorquindo comerciantes e expulsando moradores de suas casas. A cada três dias, uma família é expulsa da própria casa. Se isso não é terrorismo, é o quê? Só tem um nome: é terrorismo — declarou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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