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Saúde de Várzea Grande inicia nova etapa da campanha de vacinação

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A ação está sendo realizada das 8h às 16h, no saguão principal do aeroporto, ao lado do último balcão de check-in. O objetivo é ampliar a acessibilidade das pessoas aos imunizantes, e com isso, aumentar a cobertura vacinal e as barreiras contra circulação dos vírus

A Prefeitura Municipal de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realiza entre os dias 8, 9 e 10 de outubro (quarta, quinta e sexta-feira) uma campanha de vacinação no Aeroporto Internacional Marechal Rondon, com o objetivo de ampliar a cobertura vacinal e criar barreiras contra a circulação de vírus no Município, especialmente o sarampo, que voltou a ser registrado em Mato Grosso.

A ação está sendo realizada das 8h às 16h, no saguão principal do aeroporto, ao lado do último balcão de check-in, e faz parte das estratégias de imunização que o município vem desenvolvendo em locais de grande circulação de pessoas.

De acordo com a gerente de Vigilância Epidemiológica, Alessandra Carreira, a medida é preventiva e busca proteger não apenas os viajantes, mas também a população local.

“O sarampo é uma doença extremamente contagiosa, de transmissão fácil e com o aumento da movimentação no aeroporto e grandes eventos previstos na região, como o show internacional do Guns N’ Roses, é essencial reforçar as barreiras de proteção e garantir que o vírus do Sarampo como outros, não volte a circular em Várzea Grande”, destacou Alessandra.

A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, reforça que a vacinação continua sendo a forma mais eficaz de prevenir doenças e evitar surtos. “O compromisso da gestão é proteger a população. Essas ações itinerantes, em pontos estratégicos, têm o propósito de facilitar o acesso à vacina e ampliar a cobertura, porque cada dose aplicada é uma garantia a mais de saúde coletiva”, afirmou a secretária.

Durante os três dias de campanha, estarão disponíveis as vacinas do calendário vacinal como: Hepatite B, Pentavalente, VIP, Pneumocócica 10, Rotavírus, Meningo C, Febre Amarela, Dupla Viral, Tríplice viral, Tetraviral, Varicela, Meningo, ACWY, Hepatite A, DTP, DT, HPV.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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MPE quer recuperar área pública ocupada por mansão e comércios em Cuiabá

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPE) entrou na Justiça para recuperar uma área pública que, segundo o órgão, foi ocupada irregularmente por imóveis residenciais e comerciais no Residencial Nico Baracat, em Cuiabá. A ação civil pública, assinada pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, pede a desocupação e a demolição de 11 construções erguidas na chamada “Área Verde 01”, pertencente ao município.

Entre as edificações identificadas estão padarias, pizzarias, distribuidoras de bebidas, oficina mecânica, farmácia e uma igreja evangélica. O local também abriga uma construção de alto padrão, descrita na ação como um imóvel de grande metragem, com piscina, painéis solares e espaço para vários veículos.

Para o Ministério Público, o problema vai além da ocupação irregular do terreno. O órgão sustenta que a maior parte das construções estaria sendo utilizada comercialmente, permitindo que particulares obtenham lucro a partir de um espaço que deveria permanecer destinado ao uso coletivo.

“Quase todas as edificações existentes no local são utilizadas para fins comerciais”, afirma trecho da ação, segundo o qual a exploração dos imóveis restringiria o aproveitamento da área pública pela população.

De acordo com o processo, as construções começaram a surgir a partir de 2019. Desde 2022, o município teria adotado medidas administrativas para tentar retirar os ocupantes da área, mas, segundo o MPE, nenhum deles deixou o espaço voluntariamente.

Na ação, a promotoria pede que a área seja desocupada em até 90 dias e que, posteriormente, as edificações sejam demolidas. O órgão também solicita que os resíduos resultantes das demolições tenham destinação ambientalmente adequada.

Além disso, o MPE quer uma decisão urgente para impedir novas construções, ampliações ou transferência dos imóveis para terceiros enquanto o processo estiver em andamento. A promotoria também aponta risco de que a ocupação avance para outras áreas públicas localizadas na região oeste de Cuiabá.

Outro pedido apresentado é a condenação dos ocupantes ao pagamento de indenização por dano moral coletivo. Como parâmetro, o Ministério Público sugere que o valor seja calculado mensalmente entre 0,5% e 1% do valor venal de cada imóvel, considerando o período de ocupação. A quantia, caso seja fixada pela Justiça, deverá ser destinada ao Fundo Municipal de Meio Ambiente.

O MPE também pediu multa diária de R$ 5 mil em caso de descumprimento das determinações judiciais. A ação ainda será analisada pela Justiça, portanto os pedidos apresentados pelo Ministério Público não representam, neste momento, uma decisão definitiva sobre a situação dos imóveis. A legislação municipal de Cuiabá estabelece proteção específica às áreas verdes e proíbe edificações nesses espaços.

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