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Projeto “AtivaMente” começa a 2º edição na segunda-feira (13)

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A Secretaria Municipal de Educação retoma na segunda-feira (13) o projeto “AtivaMente”. Haverá a integração de 320 alunos matriculados em escolas de Cuiabá a partir de práticas esportivas, o que vai durar até quinta-feira (16).

Na primeira edição, realizada no dia 24 de setembro deste ano, participaram oito escolas, duas por regionais de Cuiabá. Cada uma delas formou grupos com 20 jogadores divididos entre meninos e meninas.

Naquela ocasião, estudantes do 3º ao 5º ano da Escola Nossa Senhora Aparecida, localizada no bairro Novo Colorado, se deslocaram até a sede da Escola São Sebastião para disputar duas partidas de futsal.

Desta vez, será o inverso. Estudantes da Escola São Sebastião se deslocarão até a Escola Nossa Senhora Aparecida. O mesmo sistema será adotado com relação às outras escolas participantes. As partidas de futsal ocorrerão sempre em dois horários: às 9h e às 16h.

“A ideia do projeto é estender o tempo dos alunos nas práticas esportivas, ao mesmo tempo, em que criamos um ambiente propício à amizade entre os estudantes”, explica o professor de Educação Física Helvécio Lopes, um dos idealizadores do projeto “AtivaMente”.

A professora de Educação Física Marluci Micheli de Sousa também reforça o caráter educacional do projeto. “A ideia é patrocinar a amizade e a prática esportiva a partir da união dos estudantes”.

#PraCegoVer

A foto ilustra crianças jogando futsal numa quadra esportiva. O piso é de cor azul. As crianças vestem coletes.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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José Riva chama Mauro de “falso moralista” e defende denúncia de Janaina sobre caso da Oi

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O ex-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, José Geraldo Riva, elevou o tom contra o ex-governador Mauro Mendes (União) em meio à disputa eleitoral de 2026. Em declaração divulgada pela Gazeta Digital, Riva classificou Mauro como “falso moralista” ao comentar a Operação Heritage, que investiga um suposto esquema envolvendo um acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e a empresa de telefonia Oi.

A investigação apura possíveis irregularidades em um acordo judicial e administrativo que envolveu aproximadamente R$ 308 milhões. A operação foi deflagrada pela Polícia Federal por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) e teve entre as medidas cumpridas a apreensão do passaporte de Mauro Mendes.

Riva saiu em defesa da denúncia apresentada por sua filha, a deputada estadual Janaina Riva (MDB), que atualmente disputa uma vaga ao Senado e tem Mauro como um de seus principais adversários na corrida eleitoral. Segundo o ex-deputado, a denúncia não foi vazia e teria elementos suficientes para justificar a abertura da investigação.

“Quando o STF determina essa operação, é lógico que eles viram fundamento. Não é porque a Janaina fez uma denúncia vazia. Ela existe: são R$ 308 milhões que, comprovadamente, parte foi desviada”, afirmou.

Ao atacar Mauro, Riva também fez referência ao discurso de cobrança moral adotado pelo ex-governador contra adversários políticos. Para ele, antes de apontar erros de outras pessoas, Mauro deveria observar também a própria trajetória e as acusações que agora estão sob investigação.

“Antes de você falar dos outros, você tem que olhar para si. É muito fácil chegar aqui e atacar todo mundo, mas a gente tem que olhar também para nossas práticas”, disparou.

O ex-presidente da Assembleia ainda recorreu ao conhecido ditado “faça o que eu falo, mas não o que eu faço” para reforçar a crítica e afirmou que qualquer pessoa que cometer irregularidades deve responder perante a Justiça, independentemente de posição política.

“A gente erra, a gente paga. Eu paguei, ele vai pagar, e todo mundo que errar está sujeito a pagar perante a Justiça. Não é o Mauro, é o Mauro, é o Lula, é todo mundo que errar”, declarou.

Riva também mencionou os ataques que, segundo ele, sua família sofreu ao longo dos anos e citou nominalmente sua esposa, Janete Riva, afirmando que ela teria sido alvo de críticas de Mauro.

A manifestação ocorre em um momento de forte acirramento entre Mauro Mendes e Janaina Riva. A deputada é uma das principais adversárias do ex-governador na disputa pelo Senado, e o caso envolvendo a Oi se tornou mais um ponto de confronto entre os dois grupos políticos.

Mauro, por sua vez, nega ter obtido qualquer vantagem indevida no acordo e classifica as acusações como uma “armação política” e uma tentativa de desgastá-lo eleitoralmente. Segundo a versão do ex-governador, o entendimento com a Oi teria encerrado um litígio considerado vantajoso para os cofres públicos.

A Operação Heritage investiga justamente se o acordo foi utilizado para mascarar repasses e eventual lavagem de dinheiro público. As apurações apontam que cerca de R$ 308,1 milhões foram movimentados por meio de fundos de investimento e empresas interpostas. Até o momento, as suspeitas são objeto de investigação e não representam condenação dos envolvidos.

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