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4ª edição da Revista Educação C&T será lançada na abertura da 22ª SNCT em Mato Grosso

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A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci) abrirá a 22ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) com um convite duplo: ver a ciência de perto, nos estandes, oficinas e demonstrações, e levar a ciência para casa, com o lançamento da 4ª Revista Científica Educação C&T. A apresentação da nova edição da revista será realizada no dia 22 de outubro, no Centro de Eventos do Pantanal, logo após a abertura da SNCT.

“A revista Educação C&T já virou tradição na Seciteci; é um instrumento que valida e visibiliza o conhecimento científico produzido em Mato Grosso”, afirma o secretário Allan Kardec. “Nesta edição, são 550 páginas e 36 artigos organizados nos eixos temáticos do ano, com a participação de mais de 90 autores”, completa.

A chamada pública desta edição bateu recorde: 114 autores submeteram 47 trabalhos, 17,5% a mais que em 2024 (quando foram 40). Os artigos selecionados compõem um dossiê que dialoga diretamente com o debate contemporâneo: Inteligência Artificial, Educação e Trabalho: Desafios e Oportunidades para o Desenvolvimento Sustentável.

A editora adjunta Fátima Possamai, coordenadora de Regulação e Supervisão da Educação Superior da Seciteci, sublinha o papel formativo do periódico: “A revista Educação C&T tem aproximado ciência, tecnologia e inovação do cotidiano, fortalecendo a cultura científica no estado”.

A diversidade institucional também cresceu nesta edição: trabalhos de todas as Instituições Públicas de Ensino Superior de MT, além de instituições privadas, governamentais, de Educação Básica e Profissional. No total, 36 instituições assinam os textos, sendo 10 de fora de Mato Grosso, distribuídas em seis estados.

A revista foi criada em 2022, com o propósito de popularizar ciência com rigor e qualificar decisões de gestores, docentes, estudantes e ecossistemas de inovação. Publica artigos científicos com foco em práticas pedagógicas, experimentos replicáveis, dados para políticas públicas, além de apresentar resultados de pesquisas científicas desenvolvidas em diferentes instituições. Os textos deste ano estão distribuídos nos seguintes eixos: IA na Educação; IA na Ciência e Pesquisa; IA e Agricultura 4.0; Desafios Éticos e Sociais da IA.

“Queremos que a publicação mostre os dados científicos, provoque novas reflexões e a ofereça caminhos para desafios da nossa contemporaneidade. É mais uma materialização e popularização da ciência desenvolvida na Seciteci”, pontua Allan Kardec.

Fonte: Governo MT – MT

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Comissão aprova proposta que impede crédito rural a invasores de terra

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A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

 

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