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Encontro celebra protagonismo indígena nas artes e na literatura

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Celebrar o protagonismo indígena na literatura e nas artes. Essa é a proposta do “Encontro de escritores e artistas indígenas”, que vai até domingo, no Rio de Janeiro, com entrada gratuita. 

O evento conta com a realização do Ministério da Cultura e o apoio do Ministério dos Povos Indígenas. A iniciativa é idealizada pelo escritor e educador Daniel Munduruku. Ele avalia que a cultura indígena sempre encontrou uma forma de se fazer presente, mas que nos últimos 20 anos,  essa presença deu um salto.

Eu acho que a cultura indígena se apresentou desde sempre, mas acho que, nos últimos 20 anos, ela teve a possibilidade de se expressar de uma maneira muito libertadora. Porque a sociedade se abriu um pouco mais para enxergar a riqueza dessa diversidade, e porque as populações indígenas também aprenderam a usar os instrumentos do colonizador para fazerem seus gritos e vozes serem ouvidos.

A programação inclui mesas de conversas, lançamentos de livros, roda de poesia, apresentações musicais, oficinas de ilustração e atividades para crianças. Tudo de graça e aberto ao público.

A edição deste ano acontece na Casa de Rui Barbosa e no Museu de Arte do Rio e inclui atividades educativas voltadas para a formação de professores. 

Mais de 30 escritores e artistas indígenas participam. Entre os destaques estão as lideranças indígenas Marcos Terena, Catarina Tupi Guarani e Darlene Taukane.

No último dia do encontro, no domingo, sera realizada a etapa cultural na Fundação Casa de Rui Barbosa, com apresentações musicais, oficinas de ilustração, atividades para crianças, contação de histórias, roda de poesia e feira de artesanato e de livros indígenas. Um dia cultural para toda a família.


Fonte: EBC Cultura

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No Rio, cinema africano é tema da mostra Espelhos d’África

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O cinema africano, que vem ganhando destaque mundial, é o tema da mostra Espelhos d’África, em cartaz a partir desta terça-feira (3) na Caixa Cultural Rio de Janeiro. O evento reúne produções cinematográficas do continente e atividades paralelas, como debates e oficinas, que aproximam o público de realizadores e pesquisadores.

Pela primeira vez na capital fluminense, a iniciativa busca ampliar o acesso do público brasileiro ao cinema feito na África, apresentando diferentes perspectivas sobre o continente. Entre os temas abordados estão memória, relações familiares e transformações sociais.

Entre os debates que fazem parte da programação estão: Cinema africano contemporâneo, narrativas e representações; Memória, tradição e identidade no cinema africano; e Corpo, dança e memória. Outra atração do evento são oficinas voltadas para o público infantil, como Imagens que Contam: Histórias Africanas em Cena; e Cinema e Natureza em Cabo Verde: Histórias que saem da Tela.

Todas as sessões têm entrada franca, com distribuição de ingressos na bilheteria 30 minutos antes de cada exibição. A mostra vai até o dia 15 de novembro.


Fonte: EBC Cultura

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