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Cuiabá faz mais de 14 mil atendimentos em Unidade de Práticas Integrativas

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A secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, visitou na manhã desta sexta-feira (24) a Unidade de Referência em Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (URPICS), localizada no Horto Florestal Toti Garcia, na região do Coxipó. Durante a visita, Carmona acompanhou uma roda de terapia em grupo, atividade realizada semanalmente na unidade. A agenda também contou com a presença da secretária adjunta de Atenção Especializada, Najla Brito.

A URPICS é referência em Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS), que oferecem alternativas terapêuticas voltadas à promoção do bem-estar físico, mental e social, unindo conhecimentos científicos e práticas reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

De janeiro a setembro deste ano, a unidade já realizou mais de 14 mil atendimentos, entre consultas, terapias individuais e atividades coletivas. O espaço conta com profissionais de diversas áreas, como farmacêuticos, enfermeiros e terapeutas holísticos, e funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 16h.

Entre os serviços oferecidos estão auriculoterapia, aromaterapia, terapia comunitária integrativa, constelação familiar, cromoterapia, florais de Bach e Minas, bioenergética, reiki, ventosaterapia, arteterapia, além de consultas de acolhimento, enfermagem, farmácia e psicologia.

A secretária Danielle Carmona destacou a relevância das práticas integrativas na ampliação do cuidado e na melhoria da qualidade de vida dos usuários do Sistema Único de Saúde.
“As PICS contribuem para que o cuidado em saúde seja mais completo e efetivo. Aqui, o paciente é visto de forma integral, com atenção às suas necessidades físicas e emocionais. Esse trabalho reforça a importância de oferecer alternativas que ampliem o acesso e o bem-estar da população cuiabana”, afirmou Carmona.

A terapeuta holística Jéssica Ferreira, que atua na unidade, ressaltou os resultados positivos observados nos atendimentos.
“Muitas pessoas chegam em busca de acolhimento e saem com uma nova percepção sobre si mesmas. As práticas integrativas ajudam a restaurar o equilíbrio e a fortalecer a saúde mental e emocional, o que reflete diretamente na qualidade de vida”, destacou.

Os interessados em participar das atividades podem agendar atendimento pelo telefone (65) 99221-8155 ou presencialmente na recepção da unidade, de segunda a sexta-feira, em horário comercial. Após o primeiro contato, o paciente passa por um acolhimento individual, no qual é definida a terapia mais adequada para suas necessidades.

A URPICS – Unidade de Referência em Práticas Integrativas e Complementares em Saúde está localizada no Horto Florestal Toti Garcia, na Rua Miguel Arraes, s/n, bairro Coxipó da Ponte.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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José Riva chama Mauro de “falso moralista” e defende denúncia de Janaina sobre caso da Oi

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O ex-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, José Geraldo Riva, elevou o tom contra o ex-governador Mauro Mendes (União) em meio à disputa eleitoral de 2026. Em declaração divulgada pela Gazeta Digital, Riva classificou Mauro como “falso moralista” ao comentar a Operação Heritage, que investiga um suposto esquema envolvendo um acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e a empresa de telefonia Oi.

A investigação apura possíveis irregularidades em um acordo judicial e administrativo que envolveu aproximadamente R$ 308 milhões. A operação foi deflagrada pela Polícia Federal por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) e teve entre as medidas cumpridas a apreensão do passaporte de Mauro Mendes.

Riva saiu em defesa da denúncia apresentada por sua filha, a deputada estadual Janaina Riva (MDB), que atualmente disputa uma vaga ao Senado e tem Mauro como um de seus principais adversários na corrida eleitoral. Segundo o ex-deputado, a denúncia não foi vazia e teria elementos suficientes para justificar a abertura da investigação.

“Quando o STF determina essa operação, é lógico que eles viram fundamento. Não é porque a Janaina fez uma denúncia vazia. Ela existe: são R$ 308 milhões que, comprovadamente, parte foi desviada”, afirmou.

Ao atacar Mauro, Riva também fez referência ao discurso de cobrança moral adotado pelo ex-governador contra adversários políticos. Para ele, antes de apontar erros de outras pessoas, Mauro deveria observar também a própria trajetória e as acusações que agora estão sob investigação.

“Antes de você falar dos outros, você tem que olhar para si. É muito fácil chegar aqui e atacar todo mundo, mas a gente tem que olhar também para nossas práticas”, disparou.

O ex-presidente da Assembleia ainda recorreu ao conhecido ditado “faça o que eu falo, mas não o que eu faço” para reforçar a crítica e afirmou que qualquer pessoa que cometer irregularidades deve responder perante a Justiça, independentemente de posição política.

“A gente erra, a gente paga. Eu paguei, ele vai pagar, e todo mundo que errar está sujeito a pagar perante a Justiça. Não é o Mauro, é o Mauro, é o Lula, é todo mundo que errar”, declarou.

Riva também mencionou os ataques que, segundo ele, sua família sofreu ao longo dos anos e citou nominalmente sua esposa, Janete Riva, afirmando que ela teria sido alvo de críticas de Mauro.

A manifestação ocorre em um momento de forte acirramento entre Mauro Mendes e Janaina Riva. A deputada é uma das principais adversárias do ex-governador na disputa pelo Senado, e o caso envolvendo a Oi se tornou mais um ponto de confronto entre os dois grupos políticos.

Mauro, por sua vez, nega ter obtido qualquer vantagem indevida no acordo e classifica as acusações como uma “armação política” e uma tentativa de desgastá-lo eleitoralmente. Segundo a versão do ex-governador, o entendimento com a Oi teria encerrado um litígio considerado vantajoso para os cofres públicos.

A Operação Heritage investiga justamente se o acordo foi utilizado para mascarar repasses e eventual lavagem de dinheiro público. As apurações apontam que cerca de R$ 308,1 milhões foram movimentados por meio de fundos de investimento e empresas interpostas. Até o momento, as suspeitas são objeto de investigação e não representam condenação dos envolvidos.

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