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Polícia Civil esclarece furto ocorrido em casa de idoso e prende 3 pessoas em VG

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Mato Grosso

A Polícia Civil prendeu duas mulheres e um homem, no final da tarde de quarta-feira (5.11), em ação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Várzea Grande, para esclarecer um furto ocorrido na residência de um idoso.

As suspeitas foram autuadas em flagrante por furto majorado e qualificado pelo concurso de pessoas e rompimento de obstáculos praticado contra pessoa idosa. O suspeito, de 37 anos, foi autuado em flagrante por receptação qualificada.

Ambas subtraíram o celular da vítima, de 76 anos, e depois venderam o aparelho para o homem que é proprietário de uma loja de venda de celulares em Várzea Grande.

Apuração

A Derf de Várzea Grande foi acionada para atender a ocorrência de furto qualificado, praticado contra um idoso de 76 anos.

Durante diligências para apurar o crime, os policiais civis identificaram as duas mulheres que cometeram o furto e que frequentavam a casa da vítima.

Através das câmeras de segurança instaladas nas proximidades da casa do idoso, foi descoberto que as suspeitas arrobaram a porta da casa da vítima e entraram no imóvel.

A equipe conseguiu localizar as duas investigadas, as quais em entrevista prévia confessaram o furto e revelaram que haviam vendido o aparelho, em uma banca no shopping popular de Várzea Grande pelo valor de R$ 250.

Com base nas informações os investigadores foram até o estabelecimento comercial, onde localizaram o celular furtado e efetuaram a prisão do proprietário.

Flagrantes

O aparelho foi reconhecido pelo idoso, que apresentou a nota fiscal do produto. Já o dono da loja foi interrogado e posteriormente preso pelo crime de receptação qualificada no exercício de atividade comercial ou industrial.

As duas suspeitas, depois de interrogadas, também foram autuadas por furto majorado e qualificado pelo concurso de pessoas e rompimento de obstáculos praticado contra pessoa idosa.

Conforme o delegado da Derf de Várzea Grande, Sergio Luis Henrique de Almeida, essa foi a quinta vez que as mulheres invadiam a casa do idoso, em menos de três meses, para furtar.

“Em razão da gravidade e da sequência de furtos em desfavor da vítima idosa, e que teme pela sua vida, a Polícia Civil representou pela conversão das prisões em flagrantes pelas prisões preventivas das duas autuadas”, destacou o delegado.

Após a confecção dos autos, os três autuados foram encaminhados para audiência de custódia e colocados à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Comissão aprova proposta que impede crédito rural a invasores de terra

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A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

 

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