Mato Grosso

Polícia Civil incinera drogas em Barra do Garças

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A Polícia Civil realizou a incineração de aproximadamente 14 quilos de substâncias entorpecentes em Barra do Garças, nesta quarta-feira (12.11). Entre os materiais destruídos estavam cocaína, maconha, skank, pasta-base e maços de cigarros contrabandeados.

Os materiais ilícitos e entorpecentes são provenientes de apreensões efetuadas pelas forças de segurança locais e estavam vinculados a inquéritos policiais e termos circunstanciados das Delegacias de Polícia de Torixoréu, de Araguaiana e da 2ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças.


A incineração foi devidamente autorizada pelo Poder Judiciário, seguindo os trâmites legais que asseguram a destinação correta das substâncias ilícitas apreendidas.

O procedimento ocorreu em local apropriado e contou com a presença de representantes da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), da Vigilância Sanitária e de policiais civis, garantindo a transparência e o cumprimento das normas de segurança e controle ambiental.

A destruição desse material zera o número de drogas apreendidas nas unidades policiais envolvidas, representando o encerramento de um ciclo de investigações e processos já concluídos pela Justiça.

A ação reforça o compromisso da Polícia Civil em manter o controle rigoroso sobre os bens apreendidos, assegurando que substâncias ilícitas não retornem ao convívio social.

Fonte: Governo MT – MT

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Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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