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Polícia Civil orienta sobre bulling e violência sexual a adolescentes de 25 escolas em Várzea Grande e Acorizal

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A Polícia Civil desenvolve há dois anos o “Projeto Preventivo”, que tem como objetivo orientar crianças e adolescentes sobre temas e comportamentos sociais que podem afetar a faixa etária delas.

O projeto atende 25 escolas de Várzea Grande e Acorizal e consiste em visitas da equipe da Delegacia Especializada do Adolescente (DEA) nas escolas. Na ocasião, os policiais tratam de temáticas envolvendo atos infracionais, como bullying; crimes relacionados à violência sexual e outras formas de violência que podem ser praticadas ou sofridas por adolescentes.

Em parceria com as unidades escolares, a DEA disponibiliza um telefone para que os gestores dessas unidades mantenham contato direto com a delegacia, a fim de receberem orientações específicas relacionadas aos casos envolvendo atos infracionais em suas unidades.

A DEA ainda mantém um Núcleo de Atendimento na Regional de Várzea Grande para que a população possa ser atendida em relação aos registros de Boletins de ocorrência e as primeiras providências no âmbito da Instauração de procedimentos.

Recentemente, a Especializada, com o apoiou da Assessoria de Comunicação da PJC desenvolveu uma Cartilha sobre Atos Infracionais e Cidadania, a qual vem sendo distribuída nas unidades escolares como ação preventiva de orientação aos adolescentes quanto a prática de ilícitos e as medidas socioeducativas decorrentes dessa prática.

Para maiores informações sobre o Projeto Rodízio de Saberes da DEA-PJC basta enviar um e-mail para a unidade no endereço eletrônico [email protected]

Homenagem

Na última quarta-feira (26.11), toda a equipe de policiais da DEA foi homenageada com Moções de Aplausos da Assembleia Legislativa de Mato Grosso pelo trabalho realizado. A honraria foi concedida pelo deputado Dr. João, que enfatizou o trabalho que a DEA vem fazendo em torno das investigações dos atos infracionais, bem como, de sua atuação nas ações preventivas.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Saiba quem são os servidores da SES investigados por extorquir colega em mais de R$ 1,1 milhão

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Conteúdo/ODOC – Os servidores Deiwson Ortelhado e Fernanda Leite da Matta, ambos lotados no setor administrativo da Secretaria de Estado de Saúde (SES), são os principais alvos da Operação Laço Oculto, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta terça-feira (21).

Eles são investigados por integrar um suposto esquema de extorsão que teria causado prejuízo superior a R$ 1,1 milhão a uma colega de trabalho.

Segundo a investigação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), os dois teriam se aproveitado da confiança e da vulnerabilidade emocional da servidora para convencê-la de que ela e seus familiares estavam sendo ameaçados por agiotas, exigindo pagamentos sucessivos para supostamente quitar uma dívida.

O esquema teria começado em 2022, quando Deiwson pediu que a vítima emprestasse sua conta bancária alegando precisar pagar um agiota.

A partir daí, conforme a Polícia Civil, os investigados passaram a sustentar uma falsa narrativa de que a servidora também havia se tornado alvo dos criminosos.

De acordo com a apuração, Fernanda reforçava a versão, afirmando viver a mesma situação e dizendo que intermediava negociações para impedir ataques contra as famílias das duas.

Enquanto isso, novas cobranças eram feitas sob o argumento de que a dívida aumentava constantemente por causa dos juros.

Dominada pelo medo, a vítima realizou diversas transferências entre 2022 e 2025. Para atender às exigências, ela contraiu empréstimos, utilizou limite de cartões de crédito, resgatou recursos da previdência privada e empregou dinheiro reservado para construir a própria casa e garantir o futuro dos filhos.

Ainda segundo a investigação, a servidora também foi convencida a financiar, em seu nome, uma caminhonete destinada ao marido de Fernanda, permanecendo responsável pelo pagamento das parcelas.

O esquema só foi interrompido quando o marido da vítima percebeu o abalo emocional da esposa, descobriu as transferências e impediu que ela continuasse mantendo contato com a investigada. Em seguida, o caso foi denunciado à Polícia Civil.

A quebra do sigilo bancário confirmou que a vítima transferiu R$ 1.132.680 diretamente para a conta de Fernanda.

A análise financeira ainda apontou que parte dos valores foi repassada a outras pessoas ligadas ao grupo investigado.

Os investigadores também identificaram movimentações incompatíveis com a renda dos suspeitos, intensa circulação de dinheiro, milhares de saques em espécie e indícios de ocultação de patrimônio por meio de terceiros, o que pode configurar lavagem de dinheiro.

A Operação

Na manhã desta terça-feira, a Polícia Civil cumpriu cinco mandados de busca e apreensão em imóveis, uma ordem de busca e apreensão de veículo, cinco mandados de sequestro de bens e três determinações de bloqueio de ativos financeiros. As medidas podem alcançar mais de R$ 3,3 milhões.

As ordens judiciais foram cumpridas em Cuiabá e Várzea Grande e têm como alvos servidores da Secretaria de Estado de Saúde, um policial militar e outras pessoas ligadas ao fluxo financeiro identificado durante as investigações.

A SES informou que colaborou com os trabalhos da Polícia Civil. Já a Corregedoria da Polícia Militar acompanha o cumprimento das medidas relacionadas ao policial investigado.

Segundo a Polícia Civil, a Operação Laço Oculto busca recuperar os valores obtidos por meio da suposta extorsão, além de apreender documentos e equipamentos eletrônicos que possam esclarecer a participação de cada investigado e subsidiar a apuração de possíveis crimes de agiotagem e lavagem de dinheiro.

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