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Rotam prende dois homens por estelionato e apreende R$ 78 mil em Cuiabá

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Policiais militares do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) prenderam dois homens, de 21 e 22 anos, suspeitos de estelionato, na noite deste domingo (8.12), em Cuiabá. Com eles, foram apreendidos R$ 78 mil, além de celulares e cartões de crédito.

Durante patrulhamento tático em decorrência da Operação Tolerância Zero, a equipe policial recebeu uma denúncia de que um homem estava fazendo muitos saques em uma agência bancária. De acordo com as informações, o suspeito saiu do local conduzindo um veículo Fiat Mobi. Diante das características repassadas, os policiais saíram em busca pelo suspeito. As equipes localizaram o suspeito próximo ao Parque das Nascentes.

Durante a abordagem, foram encontrados R$ 35 mil em dinheiro no banco traseiro do veículo. Questionado sobre o valor, o suspeito confirmou que o montante é proveniente de estelionato, aplicado em um site de vendas. À PM, ele afirmou que é o responsável pela distribuição do dinheiro a outros membros do grupo. Ele também afirmou que estaria indo se encontrar com um segundo suspeito para receber uma outra quantia.

Os militares se deslocaram até o endereço indicado e localizaram o comparsa. Na abordagem, foram encontradas mais uma quantia de R$ 43 mil em uma bolsa, além de celulares utilizados para efetuar o crime e cartões de crédito.

Em relato à PM, o homem confirmou a versão informada pelo primeiro suspeito sobre a origem e destino do dinheiro. Diante dos fatos, os suspeitos foram encaminhados para a delegacia, com o material apreendido, para as providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939

*Sob supervisão Wellyngton Souza

Fonte: PM MT – MT

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Vídeo mostra moradora agredindo e xingado síndica de condomínio em VG: “Preta incompetente”

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Conteúdo/ODOC – A síndica de um condomínio residencial em Várzea Grande denunciou ter sido vítima de agressões físicas, ameaças e injúria racial praticadas por uma moradora durante uma discussão ocorrida no fim de maio. O caso foi registrado nesta terça-feira (2) na Polícia Civil.

O episódio aconteceu no Condomínio Chapada dos Buritis, no Bairro Ponte Nova, e teve como vítima Selma Guimarães Souza. A suspeita foi identificada como Maisa de Paula Pereira.

Segundo o boletim de ocorrência, o desentendimento teve início após a moradora questionar a responsabilidade do condomínio por uma infiltração em seu apartamento.

No entanto, laudos técnicos apontaram que o problema teria sido causado por um vazamento em uma unidade localizada no andar superior, afastando a responsabilidade da administração condominial.

Conforme o relato da síndica, a moradora passou a perseguir e hostilizar funcionários e integrantes da administração, cobrando providências consideradas indevidas.

A situação culminou em uma discussão no pátio do condomínio, onde a suspeita teria seguido a vítima enquanto fazia ameaças e proferia ofensas.

As cenas foram registradas por câmeras de segurança. Nas imagens, a moradora aparece discutindo de forma exaltada com a síndica e, em determinados momentos, parte para agressões físicas.

Ainda de acordo com a denúncia, durante a perseguição a vítima foi chamada de “sua preta incompetente” e “verme”, além de ouvir a ameaça: “você me paga”.

A discussão prosseguiu até o salão de festas do condomínio, onde ocorria uma reunião com representantes de uma empresa terceirizada. Na frente dos presentes, a suspeita teria continuado as ofensas, chamando a síndica de “preta nojenta”, “incompetente” e “jumenta”, além de apontar o dedo em seu rosto.

Em seguida, a mulher teria empurrado a vítima, sendo contida por funcionários que participavam da reunião. Mesmo após ser afastada, ela ainda tentou arremessar uma cadeira contra a síndica, segundo o registro policial.

A Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência.

O caso foi registrado como injúria racial, perseguição e vias de fato e será investigado pela Polícia Civil.

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