Cuiabá

Hospital Central do Estado poderá ser visitado pela população até o dia 6 de janeiro

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Cuiabá

O Hospital Central do Estado de Mato Grosso, localizado no Centro Político Administrativo, em Cuiabá, poderá ser visitado pela população até o dia 6 de janeiro de 2026, antes de entrar em funcionamento.

A unidade hospitalar foi inaugurada na última sexta-feira (19.12) após a construção ficar 34 anos paralisada e ter sido retomada de forma definitiva em 2020, pela atual gestão do Governo do Estado.

 

A estrutura foi ampliada de 9 mil m² para 32 mil m² de área construída para atender as demandas de alta complexidade de Mato Grosso.

 

“Essa entrega é um presente para Mato Grosso. Estão abertas as visitas para que todo mundo possa conhecer as instalações e ver de perto a excelência da estrutura que irá receber a população de forma 100% gratuita, pelo Sistema Único de Saúde. É uma grande conquista para a Saúde Pública”, convidou o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo.

 

Quem tiver interesse em conhecer o Hospital Central do Estado antes da abertura poderá agendar uma visita guiada pelo site.

 

“Nós entregamos o hospital no dia 19 de dezembro e no dia 19 de janeiro a unidade receberá o primeiro paciente. Por isso, nós estamos delimitando até o dia 6 de janeiro para a visitação de qualquer cidadão que queira conhecer. Isso está acontecendo desde segunda-feira”, acrescentou.

Depois, o hospital passará por uma desinfecção para entrar em operação no dia 19 de janeiro de 2026, com os serviços de Urologia, Cirurgia Pediátrica e Ortopedia (Pediátrica e Oncológica).

Os demais serviços serão implementados em outras três etapas, que devem ocorrer mensalmente até abril.

A unidade tem 287 leitos totais: 191 leitos de enfermaria e 96 leitos de cuidados intensivos, sendo 60 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A estrutura ainda conta com dez salas cirúrgicas, inclusive com a realização de cirurgias robóticas, e duas salas de hemodinâmica para realizar procedimentos minimamente invasivos.

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Cuiabá

Ilde nega articulação de compra de voto em VG e diz que buscas não o ligaram a irregularidades

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Vereador eleito presidente da Câmara de Cuiabá diz que colaborou com o Gaeco, nega participação em negociações ilegais e afirma que agentes levaram apenas seu celular durante operação.

O vereador Ilde Taques (Podemos), eleito presidente da Câmara Municipal de Cuiabá para o biênio 2027/2028, negou envolvimento em supostas articulações ilegais relacionadas à eleição da Mesa Diretora da Câmara de Várzea Grande. A manifestação ocorreu após o parlamentar ser alvo de mandado de busca e apreensão no âmbito da Operação Cathedra Venalis, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

Segundo Ilde, os agentes não encontraram materiais que, na avaliação dele, indiquem participação em irregularidades. O vereador afirmou que recebeu as autoridades com tranquilidade e colaborou com o cumprimento da ordem judicial.

Em declarações à imprensa, o parlamentar disse que os investigadores levaram apenas seu aparelho celular. Ele também confirmou que participou de um almoço com vereadores de Várzea Grande antes da eleição da Mesa Diretora, mas sustentou que o encontro teve caráter de confraternização, sem discussões sobre articulações políticas ou negociação de votos. <Cite refs={[“turn294942search2″,”turn294942search3”]}/>

Defesa nega participação em articulações ilegais

Em nota assinada pelo advogado Eduardo Mahon, Ilde afirmou que não tem relação com negociações ilegais envolvendo a escolha da direção do Legislativo várzea-grandense.

A defesa informou ainda que o vereador não teve acesso aos autos, que tramitam sob sigilo, e que permanece à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos.

O parlamentar pretende continuar exercendo normalmente suas atividades legislativas enquanto aguarda o avanço das investigações.

Operação apura suspeitas de corrupção

A Operação Cathedra Venalis investiga suspeitas de corrupção, obtenção de vantagens indevidas e cooptação de agentes públicos relacionadas à eleição da Mesa Diretora da Câmara de Várzea Grande.

A ação incluiu mandados de busca e apreensão em Cuiabá, Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. Ilde e o vereador cuiabano Alex Rodrigues estão entre os parlamentares da Capital alcançados pelas diligências. <Cite refs={[“turn294942search1″,”turn294942search4”]}/>

O caso ganhou repercussão diante das suspeitas de possíveis negociações políticas envolvendo a disputa pelo comando do Legislativo municipal.

Até o momento, as declarações de Ilde representam a versão apresentada pelo parlamentar e por sua defesa. O cumprimento de mandado de busca e apreensão não comprova, por si só, a prática de crime, e a investigação segue em andamento.

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