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Prefeitura de Cuiabá lamenta a morte de Dona Pretinha, referência da cultura mato-grossense

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O prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini, a primeira-dama, Samantha Iris, e o secretário de Cultura de Cuiabá, Johnny Everson, manifestam profundo pesar pelo falecimento de Clemance Saldanha Pimenta, viúva do saudoso jurista Renato de Arruda Pimenta, carinhosamente conhecida como Dona Pretinha. Ela estava internada com problemas pulmonares.

Neste momento de dor, a Prefeitura de Cuiabá se solidariza com familiares, amigos e toda a comunidade cultural, desejando conforto e serenidade diante da irreparável perda de Dona Pretinha, que se tornou uma referência histórica no incentivo às manifestações culturais e teve papel decisivo no fortalecimento do Carnaval e de diversas iniciativas artísticas da capital.

Natural de Guiratinga (MT) e ex-miss, Dona Pretinha construiu um legado marcado pela dedicação à cultura, contribuindo diretamente para a formulação de políticas públicas e para o fortalecimento institucional do setor cultural em Mato Grosso, como conselheira de Cultura nos âmbitos municipal e estadual.

“Dona Pretinha foi uma grande ativista cultural e uma referência da cultura popular cuiabana. Tive a honra de conhecê-la em 2008, durante a campanha para o Conselho Estadual de Cultura, quando fui eleito conselheiro com o apoio dela. Sempre lutou com firmeza pela valorização da cultura popular, especialmente do Carnaval. Neste momento, a cultura precisa estar consternada e elevar-se em orações para que Deus a receba em seu merecido descanso. Ela combateu o bom combate em favor da cultura cuiabana. Deixo aqui meu carinho, meu apreço e meus sentimentos aos familiares, que perderam uma grande mãe, irmã e filha. Pretinha foi, sem dúvida, uma verdadeira representante da cultura popular cuiabana”, externou Johnny Everson.

Dona Pretinha está sendo velada desde as 10 horas, na Capela Jardins, Sala Hortência. O sepultamento será às 17h, no Cemitério da Piedade, em Cuiabá.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Fávaro pede remoção de reportagens e direito de resposta após ação movida por pesquisadora

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O senador Carlos Fávaro (PSD) informou, nesta segunda-feira (20), que ingressou com uma representação na Justiça Eleitoral para solicitar a retirada de reportagens que relacionam seu nome a uma ação de indenização proposta por uma pesquisadora em Cuiabá. Além da remoção das publicações, o parlamentar requer a concessão de direito de resposta nos mesmos veículos de comunicação.

Em nota, Fávaro afirma que as matérias fazem parte de uma campanha de desinformação com objetivo de prejudicar sua imagem durante o período eleitoral.

“O que assistimos nos últimos dias foi uma tentativa deliberada e orquestrada de associar o meu nome a uma denúncia com o nítido objetivo de gerar prejuízo político em pleno período eleitoral”, declarou.

Segundo a defesa do senador, o contrato para a realização da pesquisa foi firmado entre o Diretório Estadual do PSD de Mato Grosso e a empresa Rumo Serviços Publicitários Ltda., responsável pela execução do trabalho e pela contratação das equipes de campo. Os advogados sustentam que Fávaro não participou da contratação nem da gestão dos pesquisadores envolvidos.

Na representação, a defesa também questiona aspectos formais da ação de indenização apresentada pela pesquisadora, argumentando que documentos como a procuração e a declaração de hipossuficiência teriam sido protocolados sem assinatura.

Entenda o caso

A manifestação do senador ocorre após uma pesquisadora ajuizar uma ação na Justiça em que pede indenização de R$ 65,6 mil. No processo, ela afirma ter sido contratada para atuar em uma pesquisa de opinião pública com remuneração mensal de R$ 1,8 mil, mas alega que, posteriormente, o modelo de pagamento foi alterado para diárias de R$ 75 condicionadas ao cumprimento de metas.

A autora da ação também sustenta que passou a receber apenas pelas entrevistas consideradas válidas, sem que houvesse critérios claros para a aprovação dos questionários, e afirma ter realizado 499 entrevistas durante o período em que trabalhou.

Entre as alegações apresentadas à Justiça, a pesquisadora afirma ainda que os entrevistadores eram orientados, por meio de um grupo de WhatsApp, a enviar fotografias para comprovar a realização das entrevistas, situação que, segundo ela, os expunha a riscos durante o trabalho. Ela também relata que não havia fornecimento de água potável para a equipe durante a jornada.

O processo segue em tramitação. A juíza Ana Cristina Silva Mendes determinou o encaminhamento do caso ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), onde as partes poderão buscar uma solução consensual antes do prosseguimento da ação.

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