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Comitês Gestores de Sítios do Patrimônio Mundial Cultural abrem edital

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O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o Iphan, publicou, nesta sexta-feira, um edital para selecionar representantes da sociedade civil para integrar os Comitês Gestores de Sítios do Patrimônio Mundial Cultural no Brasil.

O objetivo desses comitês é aumentar a participação social de comunidades locais e povos tradicionais na proteção e salvaguarda de dez sítios considerados patrimônios mundiais culturais.

Entre eles, estão os centros históricos das cidades de Diamantina, em Minas Gerais; de Olinda, em Pernambuco; de São Luís e de Salvador. Também fazem parte as Ruínas de São Miguel das Missões, no Rio Grande do Sul; a Praça São Francisco em São Cristóvão, em Sergipe; as Paisagens Cariocas entre a Montanha e o Mar, no Rio de Janeiro; o Santuário do Bom Jesus de Congonhas e a cidade Ouro Preto, ambos em Minas Gerais; além de Brasília.

Podem se candidatar organizações, instituições, comunidades e povos tradicionais, grupos ou coletivos, formalizados ou não, com vínculo nessas localidades e atender a um dos seguintes critérios: ter feito parte da candidatura de algum dos sítios; ser referência cultural e social na região, ser composto por detentores de bens culturais imateriais que têm o sítio como referência; atuar em patrimônio cultural, educação patrimonial, cultura ou em áreas correlatas.

Os representantes do comitê gestor terão o papel de acompanhar e formular recomendações relacionadas ao plano de gestão do sítio em questão; à preservação e uso sustentável do território e à articulação entre entes públicos, privados e comunitários que atuam na gestão do local.

As inscrições podem ser feitas até o dia 8 de março pelo formulário que consta no edital publicado na data de hoje no Diário Oficial da União e o resultado deve ser divulgado entre os dias 16 e 17 de março.


Fonte: EBC Cultura

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Viva Maria: Flip 2026 celebra a força da língua portuguesa em Paraty

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Olá, gente amiga deste nosso programa, que se apressa em convidar toda a sua audiência a se sentir na paradisíaca cidade de Paraty, no Rio de Janeiro. A partir de amanhã e até o próximo domingo, a cidade vai reunir escritores, pensadores e artistas do Brasil e do mundo na 24ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) 2026, que este ano tem como tema central “A energia da Língua Portuguesa!” 

Mais do que uma oportuna homenagem, o tema celebra a diversidade e a potência dessa nossa língua-mãe, que une mais de 260 milhões de falantes em todo o mundo.

Ao longo dos próximos cinco dias, a língua portuguesa vai ecoar nas mesas de debate, nas atividades programadas e nos diversos espaços da Flip, como a Tenda dos Autores, uma grande vitrine para livros que fazem história. Que o diga Cristina Serra, jornalista e apresentadora do programa Brasil no Mundo, da TV Brasil, que teve a oportunidade de lançar, na Flip de 2019, o livro que escreveu sobre a tragédia de Mariana.

Agora, outra obra marcada pela memória e pela busca por justiça chega ao evento.

Sete anos após perder seus dois únicos filhos e a nora, grávida de seu primeiro neto, no rompimento da barragem de Brumadinho, Helena Taliberti transforma o luto em literatura. Depois de criar o Instituto Camila e Luiz Taliberti, ela lança um relato autobiográfico que vai além da dor: é um grito contra o esquecimento e um convite à justiça, à memória e à vida.

O livro será lançado oficialmente na 24ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), na Casa Ofício, no dia 25 de julho, às 11h30. Na obra, Helena registra sua trajetória de amor, sofrimento e ressignificação, convidando o público a refletir sobre o luto e a importância de preservar a memória.

O lançamento será marcado pelo painel “Semear futuros, cultivar a vida”, que reunirá Helena Taliberti, a jornalista, escritora e roteirista Jéssica Moreira, autora da coluna Morte sem Tabu, da Folha de S.Paulo, e o jornalista e escritor Jamil Chade, referência na cobertura de direitos humanos e crises humanitárias.


Fonte: EBC Cultura

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