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Polícia Militar prende suspeito de executar o tio e agredir idosa em Cuiabá

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Policiais do 9º Batalhão prenderam, na madrugada desta segunda-feira (9.2), um homem de 32 anos suspeito de matar o próprio tio, de 52, e agredir uma idosa de 71 anos, no bairro Coxipó da Ponte, em Cuiabá.

Por volta das 2h30, os policiais militares foram acionados sobre a ocorrência, no bairro Jardim Maluf. No local, a mãe do suspeito relatou que o homem teria executado seu próprio tio, com agressões e uso de objetos.

Ao tentar intervir, a avó do suspeito também foi agredida e sofreu fratura em um dos braços Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada e constatou a morte de Alexandre. O homem foi encontrado caído em um dos quartos, com muito sangue em volta. A idosa foi encaminhada para uma unidade de saúde.

O suspeito foi detido ainda no local do crime. Questionado sobre os fatos, ele alegou ter recebido uma foto do tio mantendo relações sexuais com a namorada do suspeito, que reside no município de Nossa Senhora do Livramento. O denunciado foi encaminhado à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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