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Trabalho da OAB-MT será ainda mais intenso em todo o interior do estado

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img“A Ouvidoria vai ampliar os canais de participação dos advogados e estagiários e vai melhorar a qualidade da comunicação e dos serviços prestados pelos órgãos. Devemos estar perto e ouvir o que a advocacia precisa, assim vamos garantir ações ainda mais efetivas em todas as regiões do estado”, destacou o Ouvidor de Interiorização da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), Eduardo Chagas, durante a Sessão Ordinária do Conselho Pleno da OAB-MT, ao falar sobre as ações da Ouvidoria.

 

Para a presidente da OAB-MT, Gisela Cardoso, a Ouvidoria de Interiorização vem consolidar uma bandeira da gestão. “A participação ativa da advocacia de todo o estado é uma realidade que lutamos para conquistar. Garantimos a oferta de capacitação para todas as regiões com a implantação do sistema híbrido em todos os cursos da ESA. Com a Ouvidoria vamos ampliar a oferta de serviços e produtos podendo atender ainda mais as demandas de advogados e advogadas considerando a realidade de cada Subseção”.

 

imgA I Conferência Nacional de Interiorização está sendo tratada como uma prioridade pelo ouvidor Eduardo Chagas, nestes primeiros meses do ano. Lembrando que será um evento histórico, reunindo a advocacia de todo o Brasil em Cuiabá, Chagas ressaltou a importância do engajamento e participação de todos os conselheiros e demais representantes das Subseções.

 

“Teremos uma programação de palestras e painéis de alto nível, com conteúdos de interesse da advocacia. Uma oportunidade para advogados, estagiários e estudantes de Direito”, apontou.

 

Eduardo Chagas, que também é Coordenador de Interiorização da OAB-MT, explicou que estará presencialmente em todas as Subseções durante o ano, ouvindo e conversando com a advocacia. Citou o projeto Circuito OAB Presente; as pós-graduações e demais qualificações oferecidas pela Escola Superior da Advocacia (ESA-MT); as ações das procuradorias e dos Tribunais de Defesa das Prerrogativas e de Ética e Disciplina. “Queremos incentivar uma concorrência saudável, que as Subseções disputem pelos melhores números de atendimentos e serviços. Vamos dialogar e trabalhar muito juntos. A comunicação e as parcerias são essenciais”.

 

 

 

Judite Rosa

Assessoria de Imprensa OAB-MT

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Gisela Cardoso cobra investigação “a fundo” sobre fatos envolvendo Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro

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imgA presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), Gisela Cardoso, defendeu uma investigação independente, rigorosa e transparente sobre os fatos que vieram a público envolvendo o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e o banqueiro Daniel Vorcaro.

 

Gisela aponta que a gravidade das informações exige mais do que uma apuração protocolar, sendo necessário que todos os fatos sejam efetivamente esclarecidos. “É preciso investigar, e investigar a fundo. Os fatos que vieram a público envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro exigem uma investigação independente, rigorosa e transparente. Não basta uma investigação formal”, afirmou.

 

A presidente da OAB-MT destacou que uma investigação legítima precisa ter autonomia, não podendo existir qualquer relação de subordinação, influência ou conflito de interesses capaz de comprometer a apuração.

 

“Quem investiga precisa ter autonomia real, liberdade para seguir todas as linhas de investigação e nenhuma relação de subordinação, influência ou conflito de interesses com os envolvidos. Não pode haver investigação conduzida para proteger pessoas, preservar reputações ou atender a interesses políticos. A investigação deve buscar exclusivamente os fatos e a verdade”, defendeu.

 

Gisela também estabelece uma distinção entre investigar e condenar, e avalia que cobrar esclarecimentos não significa fazer um julgamento antecipado, mas assegurar que os mesmos critérios de responsabilização e transparência sejam aplicados a todos, independentemente do cargo ou da posição que ocupem. “Não se trata de condenar previamente ninguém. Trata-se de assegurar que ninguém seja blindado e que ninguém seja perseguido. Se houver fatos relevantes a esclarecer, que sejam examinados até o fim”, afirmou.

 

Na avaliação da presidente da OAB-MT, a sociedade brasileira tem direito a uma apuração independente, sem interferência e sem privilégios. “Impedir ou limitar uma investigação independente também não pode ser aceitável em uma democracia. Que se investigue tudo com independência, com transparência e com coragem. Se houver responsabilidades, que sejam identificadas e tratadas rigorosamente dentro da lei. OAB-MT espera e requer aquilo que toda a sociedade clama, que é a apuração rigorosa dos fatos, pois a verdade não pode ter dono, lado ou proteção”.

 

 

Assessoria de Imprensa OAB-MT

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