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Ratinho comenta processo de Erika Hilton em Cuiabá e diz não temer condenação

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Em agenda realizada na manhã desta sexta-feira (20), no Palácio Paiaguás, em Cuiabá, o apresentador Ratinho voltou a comentar o processo movido pela deputada federal Erika Hilton após declarações feitas em seu programa no SBT.

A polêmica teve início quando ele questionou a escolha da parlamentar para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara dos Deputados. Na ocasião, afirmou que “não achou justo” a decisão e disse que, em sua avaliação, uma mulher trans não deveria ocupar o cargo.

Questionado sobre a ação judicial, Ratinho minimizou a possibilidade de condenação. “Eu não acredito que ela ganhe esse processo. Seria uma coisa muito desleal”, declarou. Ele também criticou a postura da deputada e afirmou que não se intimida. “Ela é uma deputada que a forma dela falar ela é malcriada, e aquele mal criamento dela assusta algumas pessoas, mas eu não me assusto”, disse.

O apresentador reforçou que não pretende mudar o posicionamento adotado anteriormente e classificou sua fala como uma opinião. “A minha posição é essa, não vai mudar. Eu dei minha opinião”, afirmou. Segundo ele, a repercussão do caso foi desproporcional. “Até estranhei a polêmica tão grande, porque não era uma coisa para dar uma polêmica tão grande”, completou.

Ao justificar a crítica, Ratinho afirmou que seu entendimento parte da vivência feminina. “Quem entende de mulher é a própria mulher. Alguém que nunca foi mulher não vai saber o que a mulher sente”, disse.

Por fim, ele negou ter cometido preconceito e afirmou respeitar diferentes identidades. “Eu dei a minha opinião, não ataquei. Respeito e continuo respeitando todo mundo que tenha o seu modelo de viver diferente”, destacou.

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Prefeito cita crise no agro e aponta Flávio Bolsonaro como único capaz de “unir o Brasil”

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 O prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira (PL), teceu duras críticas à condução da economia nacional sob a gestão do Partido dos Trabalhadores (PT) e defendeu a eleição do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no segundo turno da disputa presidencial.

Em entrevista à imprensa, o gestor do segundo maior polo econômico do Estado destacou o impacto da inflação, da alta taxa de juros e da retração nos investimentos sobre as famílias trabalhadoras e o setor produtivo mato-grossense.

Ao descrever as dificuldades enfrentadas pela população no orçamento do dia a dia, Cláudio Ferreira apontou a perda de poder de compra como o principal fator de insatisfação popular.

“Ninguém consegue viver com essa carestia, o salário não chega no final do mês, não dá para pagar as contas. Pelo amor de Deus, ninguém hoje consegue financiar uma casa, um carro ou imóvel, porque o juro está no teto, o poder de compra caiu lá embaixo”, alertou o prefeito.

Como liderança de um dos maiores eixos do agronegócio do país, Cláudio Ferreira ressaltou que a insegurança jurídica e a política econômica atual têm afetado diretamente a atração de capitais e reprimido a expansão do setor agropecuário.

“A sociedade não pode mais dar continuidade a essa política ultrapassada do PT, que está afundando a economia e afugentando os investimentos do país. Nós temos uma fuga de capital do Brasil, ninguém está investindo. Até o agronegócio tem recuado”, cobrou o gestor municipal.

Diante desse cenário de crise econômica e divisão ideológica, Cláudio Ferreira enfatizou que a candidatura de Flávio Bolsonaro representa o verdadeiro sentimento de renovação exigido pelas urnas e o caminho para restabelecer o diálogo com os setores da produção e do trabalho. “O povo quer mudanças e a mudança de verdade é o Flávio Bolsonaro”, garantiu.

O prefeito de Rondonópolis concluiu destacando a necessidade de uma liderança capaz de pacificar as relações institucionais e reestruturar o crescimento sustentável do país. “É chegada a hora de ter um presidente que une o Brasil, que une o setor produtivo, que une a classe trabalhadora e conversa com todos os setores; que não divida”, finalizou Cláudio Ferreira.

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