A polêmica teve início quando ele questionou a escolha da parlamentar para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara dos Deputados. Na ocasião, afirmou que “não achou justo” a decisão e disse que, em sua avaliação, uma mulher trans não deveria ocupar o cargo.
Questionado sobre a ação judicial, Ratinho minimizou a possibilidade de condenação. “Eu não acredito que ela ganhe esse processo. Seria uma coisa muito desleal”, declarou. Ele também criticou a postura da deputada e afirmou que não se intimida. “Ela é uma deputada que a forma dela falar ela é malcriada, e aquele mal criamento dela assusta algumas pessoas, mas eu não me assusto”, disse.
O apresentador reforçou que não pretende mudar o posicionamento adotado anteriormente e classificou sua fala como uma opinião. “A minha posição é essa, não vai mudar. Eu dei minha opinião”, afirmou. Segundo ele, a repercussão do caso foi desproporcional. “Até estranhei a polêmica tão grande, porque não era uma coisa para dar uma polêmica tão grande”, completou.
Ao justificar a crítica, Ratinho afirmou que seu entendimento parte da vivência feminina. “Quem entende de mulher é a própria mulher. Alguém que nunca foi mulher não vai saber o que a mulher sente”, disse.
Por fim, ele negou ter cometido preconceito e afirmou respeitar diferentes identidades. “Eu dei a minha opinião, não ataquei. Respeito e continuo respeitando todo mundo que tenha o seu modelo de viver diferente”, destacou.






