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Paixão de Cristo de Nova Jerusalém segue com apresentações até domingo

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A Paixão de Cristo de Nova Jerusalém segue com apresentações até este domingo de Páscoa, na cidade teatro que fica em Brejo da Madre de Deus, distante pouco menos de 200 quilômetros do Recife. São 57 anos de história e tradição, uma trajetória que já atraiu quase 4 milhões de pessoas e que este ano homenageia o legado do seu idealizador, Plínio Pacheco.

O enredo é conhecido de todos, mas a forma de contar a história se renova com efeitos especiais inéditos que aumentam a emoção de quem assiste. E uma das grandes novidades desta temporada acontece na cena mais aguardada pelo público, o momento em que Jesus sobe aos céus. Quem destaca os detalhes dessa inovação é o coordenador geral do espetáculo, Robson Pacheco:

“A cena da Ascensão, que está encantando a todos que já vieram e que estão vindo à Paixão de Cristo… o Jesus subindo aos céus e desaparecendo entre as nuvens… e está dando, assim, muita emoção ao espetáculo, e as pessoas estão extasiadas pela beleza cênica”, conta.

E para dar vida a tudo isso, a estrutura é de impressionar: são nove palcos monumentais e um elenco de 450 pessoas, entre atores e figurantes. No meio dessa multidão, o público encontra rostos conhecidos.

*Com trabalhos técnicos de Guilherme Ribeiro


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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