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Alessandra Ferreira transforma assistência social e vira vitrine política em Rondonópolis

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Em pouco mais de um ano à frente da Secretaria de Promoção e Assistência Social, Alessandra Ferreira deixou de atuar nos bastidores e assumiu papel central na gestão em Rondonópolis, com uma sequência de ações que mudaram o ritmo da pasta.

Logo no início, promoveu uma reorganização interna e tirou do papel dois setores considerados estratégicos: Educação Permanente e Vigilância Socioassistencial. A medida trouxe mais organização e planejamento para a área. “Colocou método onde antes era improviso”, avaliam técnicos da rede.

Os resultados começaram a aparecer em diversas frentes. Na infraestrutura, a construção do salão comunitário no Jardim Nova Era ampliou os espaços de convivência. Já na assistência, a reforma do CRAS Cidade Alta e a transferência do CRAS Iguaçu melhoraram o atendimento à população.

Na área social, programas como o Aluguel Social e a reformulação do Kit Natalidade garantiram mais apoio a famílias em situação de vulnerabilidade. A entrega de tablets às equipes também modernizou o atendimento, permitindo ações diretas nas casas dos usuários.

A gestão também ampliou a rede de apoio, com a inclusão de novas entidades parceiras, e promoveu eventos de grande alcance. O Dia das Crianças reuniu mais de 30 mil pessoas, enquanto iniciativas como o Casamento Comunitário beneficiaram 118 casais.

Mesmo diante de alta demanda, os números mostram avanço. Segundo o Centro POP, foram mais de 30 mil atendimentos em 2025, refletindo a intensificação das ações voltadas à população em situação de vulnerabilidade.

Além do que já foi entregue, novos projetos seguem em andamento, como a construção de um novo CRAS, a implantação de uma Casa de Acolhimento e o programa “Meu Primeiro Trampo”. Outro destaque é o projeto final de uma ILPI, com investimento previsto de R$ 12 milhões.

Com a saída da secretaria para disputar uma vaga como deputada estadual, Alessandra encerra o ciclo na gestão com uma marca consolidada. No bastidor político, já é chamada de “Sra. Fazimento”, em referência ao volume de entregas e à mudança de ritmo na assistência social do município.

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Rondonópolis

Com mais de U$ 900 milhões, Rondonópolis lidera exportações em Mato Grosso

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Rondonópolis mantém a liderança nas exportações mato-grossenses e fecha o primeiro quadrimestre de 2026 com o total de U$ 917,5 milhões exportados, valor 14,4% maior do mesmo período do ano passado.

Os números são do Ministério de Indústria e Comércio Exterior e foram publicados nesta quinta-feira (7). Eles apontam ainda que, com esse montante exportado, o Município foi o 17º no Brasil que mais exportou no período. As exportações locais representaram 8,5% do total exportado por Mato Grosso e 0,8% do exportado pelo país.

Da mesma forma, Rondonópolis teve aumento no valor importado entre janeiro e abril deste ano em relação à 2025. As importações locais cresceram 128,4%, fechando em U$ 236,5 milhões, o que representou 36,1% das importações mato-grossenses e 0,3% da brasileira no período. Com esse valor, Rondonópolis foi a cidade que mais importou no estado e a 82ª no Brasil.

Com U$ 917,5 milhões exportados e U$ 236,5 milhões importados, o Município registrou superávit de U$ 681 milhões neste primeiro quadrimestre de 2026.

Quando considerado somente o mês de abril, as exportações locais somaram U$ 231 milhões e as importações U$ 106,7 milhões.

Neste período de janeiro a abril, as exportações de Rondonópolis tiveram a China como principal destino. Para o país da Ásia, as exportações somaram U$ 308,1 milhões, montante que representou 33,6% do total exportado no período.

As importações, por sua vez, vieram, em maioria, do Canadá, somando U$ 76,8 milhões e representando 32,5% do total importado no período por Rondonópolis.

A torta e outros resíduos sólidos da extração do óleo de soja foram os principais produtos exportados pela cidade neste primeiro quadrimestre do ano, representando 39,5% do total exportado. 

Ainda com papel importante nas exportações locais, estão a soja, que representou 31,1% das exportações locais no período; o algodão (16,2%); e, a carne bovina (6,4%).

Entre os produtos importados, o destaque fica com os adubos ou fertilizantes, que representaram mais de 95% das importações, seguido dos inseticidas, que representaram 3,4%.

Prefeitura de Rondonópolis

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