Cuiabá

Mutirão do Procon encerra neste sábado com programação especial no Parque Tia Nair

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Cuiabá

O Mutirão de Atendimento ao Consumidor, promovido pelo Procon Municipal de Cuiabá, chega à sua etapa final neste sábado (11)l, no Parque Tia Nair, das 16h às 20h. A ação encerra a programação do Mês do Consumidor com uma série de serviços gratuitos e atividades voltadas à cidadania, lazer e integração comunitária.

Ao longo das últimas semanas, a iniciativa percorreu diferentes regiões da capital, levando atendimento direto à população. A programação incluiu etapas no Museu do Rio Cuiabá Hid Alfredo Scaff, no bairro Pedra 90, na Praça Cultural do CPA II e, por fim, no Parque Tia Nair, consolidando a proposta de descentralizar os serviços e facilitar o acesso da população aos seus direitos.

Durante o mutirão, consumidores puderam registrar reclamações, buscar orientação jurídica, renegociar dívidas e resolver demandas relacionadas às relações de consumo. A ação também contou com o apoio de parceiros institucionais e secretarias municipais, ampliando a oferta de serviços e garantindo atendimento mais completo à população.

Para o encerramento, a programação foi ampliada. A secretária-adjunta do Procon, Mariana Almeida Borges, destaca que o último dia foi planejado para unir serviços essenciais e atividades abertas ao público.

“O último dia de atendimento ao consumidor será amanhã no Parque Tia Nair, onde estaremos atendendo das 16h às 20h. Em uma parceria com o Bem-Estar Animal e a Secretaria de Ordem Pública, e ainda em celebração ao aniversário de Cuiabá, realizaremos uma feira de adoção, de artesanato e de alimentação. Além disso, o Mega Park, localizado dentro do Parque Tia Nair, estará liberado gratuitamente para o público das 16h às 20h”, afirmou.

Além dos atendimentos, o público poderá aproveitar feira de artesanato, praça de alimentação e ação de adoção de animais, em um ambiente pensado para promover convivência e acesso a serviços em um mesmo espaço.

Para ser atendido, é necessário apresentar documento oficial com foto, comprovante de endereço e documentos relacionados à reclamação, como faturas, contratos ou comprovantes de pagamento.

Com o encerramento neste sábado, o mutirão reforça seu papel como uma importante política pública de proximidade, ampliando o acesso da população aos serviços de defesa do consumidor e fortalecendo a relação entre o poder público e os cuiabanos.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Fávaro pede remoção de reportagens e direito de resposta após ação movida por pesquisadora

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O senador Carlos Fávaro (PSD) informou, nesta segunda-feira (20), que ingressou com uma representação na Justiça Eleitoral para solicitar a retirada de reportagens que relacionam seu nome a uma ação de indenização proposta por uma pesquisadora em Cuiabá. Além da remoção das publicações, o parlamentar requer a concessão de direito de resposta nos mesmos veículos de comunicação.

Em nota, Fávaro afirma que as matérias fazem parte de uma campanha de desinformação com objetivo de prejudicar sua imagem durante o período eleitoral.

“O que assistimos nos últimos dias foi uma tentativa deliberada e orquestrada de associar o meu nome a uma denúncia com o nítido objetivo de gerar prejuízo político em pleno período eleitoral”, declarou.

Segundo a defesa do senador, o contrato para a realização da pesquisa foi firmado entre o Diretório Estadual do PSD de Mato Grosso e a empresa Rumo Serviços Publicitários Ltda., responsável pela execução do trabalho e pela contratação das equipes de campo. Os advogados sustentam que Fávaro não participou da contratação nem da gestão dos pesquisadores envolvidos.

Na representação, a defesa também questiona aspectos formais da ação de indenização apresentada pela pesquisadora, argumentando que documentos como a procuração e a declaração de hipossuficiência teriam sido protocolados sem assinatura.

Entenda o caso

A manifestação do senador ocorre após uma pesquisadora ajuizar uma ação na Justiça em que pede indenização de R$ 65,6 mil. No processo, ela afirma ter sido contratada para atuar em uma pesquisa de opinião pública com remuneração mensal de R$ 1,8 mil, mas alega que, posteriormente, o modelo de pagamento foi alterado para diárias de R$ 75 condicionadas ao cumprimento de metas.

A autora da ação também sustenta que passou a receber apenas pelas entrevistas consideradas válidas, sem que houvesse critérios claros para a aprovação dos questionários, e afirma ter realizado 499 entrevistas durante o período em que trabalhou.

Entre as alegações apresentadas à Justiça, a pesquisadora afirma ainda que os entrevistadores eram orientados, por meio de um grupo de WhatsApp, a enviar fotografias para comprovar a realização das entrevistas, situação que, segundo ela, os expunha a riscos durante o trabalho. Ela também relata que não havia fornecimento de água potável para a equipe durante a jornada.

O processo segue em tramitação. A juíza Ana Cristina Silva Mendes determinou o encaminhamento do caso ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), onde as partes poderão buscar uma solução consensual antes do prosseguimento da ação.

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