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Atirador preso por atentado a Trump é professor e doador de campanha de Kamala

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O homem detido após um ataque armado durante o Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, na noite deste sábado (25), foi identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos. Morador de Torrance, na Califórnia, o suspeito é engenheiro mecânico formado pelo Instituto de Tecnologia da Califórnia e concluiu, no ano passado, um mestrado em ciência da computação pela Universidade Estadual da Califórnia.

De acordo com registros da FEC (Comissão Eleitoral Federal dos Estados Unidos), Allen possui um histórico de engajamento político, tendo realizado uma doação de US$ 25 para a campanha de Kamala Harris em outubro de 2024. No âmbito profissional, ele atuava como professor e desenvolvedor de jogos, chegando a ser homenageado como “professor do mês” em dezembro de 2024.

 

O incidente ocorreu nas proximidades do local onde estava o presidente Donald Trump. Allen foi contido por agentes federais e a investigação agora busca esclarecer as motivações do crime. O FBI (Departamento Federal de Investigação) analisa o perfil acadêmico e as atividades digitais do suspeito para entender o que levou o engenheiro a planejar o atentado em Washington.

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Projeto amplia acessibilidade de edifícios públicos federais

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O Projeto de Lei 1233/26, do deputado Pedro Aihara (PP-MG), amplia a acessibilidade nos edifícios públicos federais por meio de tecnologias assistivas voltadas à orientação e à localização de pessoas com deficiência e pessoas idosas em ambientes internos.

Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta inclui a medida no Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/15).

Conforme a proposta, os edifícios públicos federais deverão dispor de sistemas de sinalização baseados em sensores de proximidade, radiofrequência ou tecnologias similares, integrados a dispositivos móveis capazes de fornecer informações de localização, audiodescrição e rotas acessíveis em tempo real.

O projeto de lei prevê ainda:

  • a utilização complementar de recursos de realidade aumentada;
  • a adoção de padrões de interoperabilidade; e
  • a observância da legislação de proteção de dados pessoais.

A implementação das medidas deverá priorizar áreas de grande circulação e locais de prestação de serviços de saúde, previdência social e assistência jurídica. As despesas decorrentes correrão à conta de dotações orçamentárias próprias, observando-se a disponibilidade financeira da União.

Autonomia
Pedro Aihara argumenta que, apesar de a legislação brasileira já tratar da acessibilidade arquitetônica, o acesso nos prédios públicos brasileiros ainda é focado em barreiras físicas, como rampas e elevadores.

A falta de sinalização dinâmica, segundo Aihara, faz com que pessoas com deficiência visual e pessoas idosas dependam da ajuda de terceiros para encontrar uma sala de audiência ou um guichê de atendimento.

O deputado esclarece ainda que os dispositivos propostos para uso nos prédios públicos são pequenos, fáceis de instalar e com baterias duradouras. “Eles emitem sinais captados por smartphones, permitindo que aplicativos de navegação forneçam audiodescrição precisa, por exemplo, se você está a 5 metros da recepção”, explica.

“O Brasil deixará de apenas permitir a entrada de pessoas com deficiência e idosas para, de fato, permitir a sua autonomia”, afirma Aihara.

Tramitação
O projeto será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Urbano; de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa; de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo.

Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Pierre Triboli

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