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Filho, mãe e esposa criam perfil falso e fazem extorsão contra mulher para não vazar ‘nudes’

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A Polícia Civil finalizou, nessa terça-feira (28), a Operação Pressão Velada. Foram cumpridas 10 ordens judiciais contra suspeitos de extorsão por meio digital contra uma vítima em Barra do Garças.

Foram cumpridos três mandados de prisão temporária e sete de busca e apreensão nos endereços dos envolvidos. Os mandados foram expedidos pelo Juízo das Garantias Constitucionais.

As investigações tiveram início no mês de março, após uma vítima, de 32 anos, procurar da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Barra do Garças relatando que teria sido ludibriada em contato via Whatsapp, por meio de perfil falso criado pelos criminosos, com o objetivo de exigir valores em dinheiro para evitar a divulgação de fotos íntimas.

Zelando por sua integridade moral, a vítima chegou a realizar três transferências bancárias via PIX para duas contas diversas. Ao ser exigido mais valores, percebeu que se tratava de ação criminosa e procurou a delegacia em busca de providências.

No curso das investigações, foi possível identificar a titularidade das contas de duas mulheres cujos valores foram recebidos. Intensificando mais as buscas, foi possível concluir que se tratava de uma família cujos membros são filho, mãe e esposa.

Diante das evidências sobre a participação dos envolvidos no crime, o delegado Joaquim Leitão representou pela expedição das medidas cautelares, com o objetivo de coibir demais ações ilícitas do grupo e responsabilizá-lo criminalmente pelos prejuízos provocados.

A operação teve início na manhã da quinta-feira (23) e foi concluída na tarde dessa terça-feira (28), após a localização e prisão do terceiro envolvido. Um dos envolvidos, que já estava preso temporariamente, também teve a prisão convertida em preventiva.

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PC cumpre mandados contra detentos que tiveram novas prisões decretadas pela Justiça

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, entre os dias 8 e 12 de junho, a primeira fase da Operação Incarceratus de 2026, que resultou no cumprimento de 19 mandados de prisão preventiva contra investigados por diversos crimes. A ação reforça o trabalho de repressão qualificada e combate à atuação de criminosos no Estado.

A operação, realizada com base em levantamentos realizados pela Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol) ocorreu dentro da Penitenciária Central do Estado (PCE) e da Penitenciária Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, resultando no cumprimento de mandados de prisão contra criminosos que já se encontram no sistema prisional.

Entre os alvos estão criminosos, que embora já sentenciados, possuem novas ordens de prisão decretadas por crimes graves como homicídio, infanticídio, roubo, associação criminosa, estupro de vulnerável, tráfico de drogas e estelionato.

A estratégia impede que detentos prestes a receber liberdade condicional ou progressão de regime retornem às ruas caso possuam pendências judiciais em outros processos. A delegada titular da Polinter, Sílvia Pauluzi de Siqueira, ressaltou que o levantamento minucioso das equipes permitiu identificar as ordens judiciais em aberto.

“Os policiais civis dedicaram por semanas com foco na identificação dos mandados contra criminosos que praticaram os mais variados delitos e que estão prestes a receber a liberdade condicional, mas que respondem a outros processos e tiveram novas prisões decretadas”, explicou a delegada.

Inteligência e Colaboração

O trabalho de investigação foi realizado em parceria com as Diretorias de Inteligência, Metropolitana e do Interior, reforçando a importância da atribuição estadual da Polinter no cumprimento dessas ordens judiciais, que visam o fortalecimento da segurança pública.

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