Polícia
Polícia encontra ‘Monjauros’ e anabolizantes com servidor da Politec alvo de operação
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Conteúdo/ODOC – O servidor público Wilton Souza de Arruda, papiloscopista da Politec há mais de duas décadas e ex-gerente da Diretoria Metropolitana de Medicina Legal, foi o alvo da segunda fase da Operação Hidra, deflagrada pela Polícia Civil nesta quarta-feira (6), por suspeita de envolvimento em um esquema de fraudes na emissão de documentos de identidade.
Wilton atuava desde 2001 na Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e era responsável por processos de identificação de vítimas e suspeitos, além da emissão de documentos oficiais. Ele foi exonerado do cargo de gerência após o avanço das investigações.
As ordens judiciais foram cumpridas na casa do servidor, em Várzea Grande, e também no local de trabalho dele, no Instituto Médico Legal (IML), em Cuiabá.
Durante as buscas, a polícia apreendeu canetas emagrecedoras contrabandeadas, anabolizantes e diversos medicamentos de uso irregular. Diante do material encontrado, Wilton foi preso e levado à Delegacia de Estelionato de Cuiabá, sendo posteriormente encaminhado à Polícia Federal.
A investigação começou após a Politec identificar inconsistências na emissão de documentos de identidade. O caso levou à prisão de Ricardo Batista Ambrózio, de 44 anos, que estava foragido havia 12 anos em Mato Grosso e utilizava documentação falsa junto com a família.
Segundo o delegado Gustavo Godoy, foram apreendidos notebooks, celular e tablet, que passarão por análise para verificar se há outros casos de emissão fraudulenta.
“Até o momento, temos indícios relacionados à emissão de segunda via de documentos dos filhos desse indivíduo. Não há confirmação de outros casos, mas isso ainda será investigado”, afirmou.
Paralelamente à apuração criminal, Wilton também será alvo de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD), que pode resultar na exoneração definitiva do serviço público.
Polícia
Gaeco mira facção que girou R$ 2,8 milhões com apostas online e golpes; 19 alvos são presos
O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) de Barra do Garças deflagrou, na manhã desta quinta-feira (7), a terceira fase da Operação “Tudo 2”. A ação tem como objetivo combater uma organização criminosa que movimentou cerca de R$ 2,8 milhões em atividades ilegais nos estados de Mato Grosso e Goiás.
Ao todo, foram expedidas 40 ordens judiciais, sendo 19 mandados de prisão e 21 de busca e apreensão. As medidas são cumpridas simultaneamente nos municípios de Barra do Garças, Primavera do Leste, Rondonópolis, Novo São Joaquim e Cuiabá, em Mato Grosso, além de Aragarças, em Goiás.
Segundo as investigações, os valores têm origem no tráfico de drogas, na cobrança de taxas internas da organização e em outras atividades ilícitas, como golpes virtuais, apostas em plataformas online e jogos de azar. O dinheiro arrecadado era utilizado para financiar as ações do grupo criminoso.
As investigações tiveram início após a segunda fase da operação, realizada em 24 de abril de 2025. Na ocasião, foram identificados líderes e demais integrantes responsáveis por gerenciar as atividades ilícitas e ocultar os recursos obtidos ilegalmente.
De acordo com o Gaeco, o grupo atuava de forma estruturada, com divisão de tarefas e organização na arrecadação de valores. Durante as investigações, foi identificado que, em alguns casos, as movimentações financeiras eram realizadas por pessoas que recebiam benefícios sociais. Ao todo, os investigados movimentaram cerca de R$ 2,8 milhões em aproximadamente um ano.
A operação conta com o apoio da Polícia Militar de Mato Grosso, através do 5º Comando Regional, da Polícia Judiciária Civil e Polícia Penal e da Polícia Militar de Goiás por meio do 47ª da PM de Aragarças-GO, que atuam de forma integrada no combate ao crime organizado na região.
O Gaeco é uma força-tarefa formada pelo Ministério Público de Mato Grosso, com a participação das polícias Civil, Militar e Penal, além do sistema socioeducativo.
O Ministério Público de Mato Grosso orienta que denúncias relacionadas à atuação de organizações criminosas podem ser feitas de forma anônima pelos canais 127 (Ouvidoria do MPMT) e 197 (Polícia Judiciária Civil).
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