Várzea Grande

Secretária intensifica visitas às escolas e reforça diálogo com a comunidade

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A secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer de Várzea Grande, Maria Fernanda Figueiredo, iniciou a agenda desta semana com um ciclo de visitas às unidades escolares do município. A iniciativa tem como objetivo acompanhar de perto o funcionamento das escolas e fortalecer o diálogo com as comunidades escolares.

Na manhã desta segunda-feira, a gestora percorreu unidades localizadas nas regiões do Grande Cristo Rei e Parque do Lago. Durante o roteiro, visitou os Centros Municipais de Educação Infantil (CEMEIs) Brígida Maria Costa Marques e Aurélia Corrêa de Almeida, onde acompanhou o andamento das atividades pedagógicas.

A agenda incluiu ainda a visita às obras de reforma e ampliação da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Maria Joana da Silva, que já conta com cerca de 30% dos serviços executados.

Na região do Nova Fronteira, Maria Fernanda esteve na EMEB Ada Baracat da Silva. Já no bairro Jardim Paula, a visita foi à EMEB Ângela Jardim Botelho.

De acordo com a secretária, as visitas fazem parte da rotina da gestão e são fundamentais para garantir a qualidade do ensino. “É essencial manter um diálogo aberto com as equipes gestoras para acompanhar o funcionamento das unidades, alinhar demandas e assegurar o melhor atendimento aos nossos alunos”, destacou.

Maria Fernanda também ressaltou que a presença da equipe da Secretaria, incluindo mediadores escolares, reforça o acompanhamento contínuo da rede municipal. “Manter uma escuta ativa é fundamental para alinhar estratégias e fortalecer a gestão escolar. Esse trabalho será contínuo ao longo de todo o ano letivo”, completou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Janaina diz que Várzea Grande “não é extensão de Cuiabá” e cobra serviços públicos de qualidade

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A candidata ao Senado Janaina Riva (MDB) defendeu mais investimentos e estrutura própria de serviços públicos para Várzea Grande e afirmou que o município não pode ser tratado como uma extensão de Cuiabá. A declaração ocorreu durante agenda política nos bairros Mapim e Chapéu do Sol, na segunda-feira (1º).

Para Janaina, a população várzea-grandense precisa ter acesso aos mesmos padrões de atendimento encontrados na Capital, especialmente em áreas consideradas essenciais.

“Várzea Grande não pode ser auxiliar de Cuiabá, porque não é extensão de Cuiabá. Os serviços ofertados em Cuiabá têm que ser ofertados na mesma qualidade aqui, porque aqui é a segunda maior cidade do estado e nós vamos lutar por isso”, afirmou.

A saúde foi apontada pela candidata como um dos principais problemas enfrentados atualmente pela população. Janaina também criticou a falta de creches e de escolas em período integral e afirmou que existe uma contradição entre a riqueza produzida por Mato Grosso e a desigualdade vivida por parte da população.

“Não é justo tantos ganhando tanto, usufruindo das benesses do poder e não ter creche pros nossos filhos, não ter escola em período integral… Ter uma saúde como é a saúde de Várzea Grande, uma das piores do estado de Mato Grosso”, disse.

Outro ponto levantado durante a agenda foi a falta de água na Baixada Cuiabana. Janaina defendeu a ampliação da utilização de poços artesianos e melhorias na distribuição, além de destacar o déficit habitacional de Cuiabá e Várzea Grande.

Segundo ela, a região também enfrenta dificuldades diante da ausência de programas habitacionais capazes de atender famílias que vivem em situação de vulnerabilidade, enquanto os preços dos aluguéis pressionam ainda mais o orçamento da população.

Segurança e proteção às mulheres

Na área da segurança pública, Janaina lembrou ações que, segundo ela, foram articuladas durante sua passagem pela Assembleia Legislativa, como a implantação da Delegacia da Mulher 24 horas e a chegada do Instituto Médico Legal (IML) a Várzea Grande.

A candidata afirmou que ainda existem dificuldades no atendimento a vítimas de violência, especialmente crianças, e criticou a necessidade de deslocamento de profissionais para a realização de perícias.

“Até hoje, uma criança violentada aqui em Várzea Grande, às vezes tem que esperar 12 horas para vir um perito para Várzea Grande para poder fazer um laudo com uma criança violentada. É uma vergonha”, declarou.

 

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