Cultura
Prêmio Palmares de Artes prorroga inscrições até 29 de maio
Cultura
Artistas negros da dança, teatro, audiovisual, literatura e música ainda podem participar da 5ª edição do Prêmio Palmares de Artes. As inscrições foram prorrogadas até o dia 29 de maio.

Organizado pela Fundação Palmares, o prêmio busca fortalecer e reconhecer a produção cultural afro-brasileira em todo o país. Serão 20 premiações nas categorias artes cênicas, audiovisual, literatura e música, contemplando as cinco regiões brasileiras.
Cada iniciativa selecionada vai receber o valor de R$ 12,5 mil.
A Fundação Palmares está destinando, no total, R$ 1 milhão para o prêmio, que é uma doação sem encargo, não sendo exigida contrapartida dos contemplados.
Podem participar pessoas físicas maiores de 18 anos, residentes no Brasil e autodeclaradas pretas ou pardas. Cada componente poderá inscrever em apenas uma categoria, com uma descrição textual da iniciativa cultural e um vídeo demonstrando o fazer artístico.
As inscrições podem ser realizadas pela Plataforma Prosas. O resultado final está previsto para sair no dia 13 de agosto.
Cultura
Nova edição do projeto Cariri Cangaço começa nesta quinta
A cidade pernambucana de Betânia recebe mais uma edição do projeto Cariri Cangaço, desta vez no mês em que se relembra o Massacre de Angico, ocorrido em 28 de julho de 1938. Na ocasião, o bando de Lampião foi surpreendido e emboscado por tropas policiais na Grota do Angico, interior do estado de Sergipe, culminando com a morte do líder, de Maria Bonita e outros cangaceiros.

No evento, que começa nesta quinta-feira (16) e segue até o próximo sábado (18), entre os principais atrativos estão as visitas a locais históricos da cidade de Betânia ligados ao cangaço. Estão previstas visitas aos sítios Taboquinha, Saco dos Pequenos e Melância, à comunidade Jurema e ao Centro de Betânia, onde serão abordados acontecimentos ligados à trajetória de Lampião e outros personagens ligados ao movimento cangaceiro.
A abertura do projeto é nesta quinta-feira, às 18h, no Clube Oásis do Sertão, com entrega de comendas para familiares das Volantes, dos Cangaceiros e das vítimas do bando de Lampião. Além da exibição do curta-metragem Achei no Sertão, do fotógrafo Aldamir Júnior, o evento tem a apresentação do grupo de xaxado Os Navieiros, e palestra com o historiador e pesquisador Louro Teles, autor do livro A maior batalha de Lampião: Serra Grande e a invasão de Calumbi.
Outro destaque é o lançamento do livro Martírio no Cangaço da escritora e pesquisadora Luma Hollanda, que aborda a vida e a trágica morte da cangaceira Lídia e de sua relação com Zé Baiano, outro membro do bando de Lampião. Luma é membro da Academia Brasileira de Estudos do Sertão Nordestino e do Grupo Sergipano de Estudos do Cangaço.
Criado em 2009 pelo cearense Manoel Severo, o Seminário Cariri Cangaço nasceu em Paulo Afonso, na Bahia, durante as comemorações do Centenário de Maria Bonita. Ao longo dos anos se transformou em um evento itinerante de grande alcance, promovendo o debate, a pesquisa e o fortalecimento da história e da identidade cultural do sertão nordestino.
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