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Estratégia eleitoral do Podemos projeta Katiuscia Manteli para a Câmara Federal

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Estratégia eleitoral do Podemos projeta Katiuscia Manteli para a Câmara Federal
Vereadora de Cuiabá foi convidada pela sigla para integrar o projeto eleitoral e desponta como uma das apostas do partido para fortalecer a chapa proporcionalA vereadora Katiuscia Manteli (Podemos) teve seu nome confirmado como pré-candidata a deputada federal para as eleições de 2026. O lançamento reforça a estratégia do partido para ampliar sua representação em Mato Grosso e estruturar uma chapa proporcional competitiva. A decisão foi construída internamente pela legenda, que busca reunir quadros com liderança consolidada e capacidade de interlocução com diferentes segmentos da sociedade.

O convite partiu da direção partidária e contou com o apoio de lideranças expressivas do Podemos, além do respaldo de outros pré-candidatos da própria sigla. O grupo avalia que a parlamentar agrega densidade eleitoral ao projeto, combinando maturidade política e uma forte identidade com o eleitorado feminino.

O nome de Katiuscia ganhou força especialmente dentro do grupo político liderado pelo deputado estadual Max Russi, presidente do Podemos em Mato Grosso. Russi, uma das principais forças políticas do Estado, tem defendido a oxigenação dos quadros partidários e incentivado a participação de novas lideranças no processo eleitoral. Diante disso, a vereadora cuiabana desponta como uma das grandes apostas do dirigente para conquistar uma vaga na Câmara Federal.

Jornalista de formação, Katiuscia Manteli está em seu primeiro mandato na Câmara Municipal de Cuiabá, onde atualmente ocupa o cargo de primeira-secretária. Com quase duas décadas de experiência na administração pública, ela acumula passagens por funções de gestão na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), na Casa Civil e em secretarias estaduais.

Sua trajetória política é marcada pela atuação social, pela defesa de pautas voltadas à inclusão, assistência social e ao protagonismo feminino. Atualmente, integra a única Mesa Diretora 100% feminina entre as capitais brasileiras, um marco na representatividade das mulheres nos espaços de poder.

A parlamentar afirmou que recebe o convite com senso de responsabilidade e como reflexo do trabalho que vem desenvolvendo no Estado.

“Fico honrada com a confiança do partido e das lideranças que acreditam no nosso projeto. Recebo esse convite sabendo dos desafios que uma candidatura à Câmara Federal representa. É o reconhecimento de uma trajetória construída com diálogo, presença e compromisso com a população”, destacou.

Ela ressaltou ainda que o momento atual é focado na construção de alianças e no fortalecimento programático da legenda.

“Vamos continuar trabalhando, ouvindo as bases e formatando propostas que possam contribuir com o desenvolvimento de Mato Grosso. O Podemos tem apresentado um projeto consistente de crescimento e fico feliz em colaborar com esse processo, representando Cuiabá e todo o nosso Estado”, afirmou.

A confirmação da pré-candidatura consolida mais uma etapa do planejamento estratégico do Podemos para 2026, reafirmando o compromisso da sigla com a representatividade feminina e com a montagem de um grupo competitivo para a disputa federal.

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Liminar do TJMT mantém investigação de estupro de vulnerável

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) obteve decisão liminar favorável no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que suspendeu o arquivamento de um inquérito policial que apura um crime de estupro de vulnerável na Comarca de Tapurah.A medida foi concedida pela desembargadora Gabriela Knaul Albuquerque, relatora do Mandado de Segurança Criminal impetrado pelo MPMT contra decisão da então Vara Única da comarca, que havia determinado de ofício o encerramento da investigação.O mandado de segurança foi ajuizado pela 1ª Promotoria de Justiça de Tapurah, por meio do promotor de Justiça Marlon Pereira Rodrigues, após o Juízo de primeiro grau indeferir um pedido de prorrogação de prazo para a realização de diligências complementares e, na sequência, determinar o arquivamento do inquérito policial sem manifestação ministerial pelo encerramento do caso.Na impetração, o MPMT argumentou que o arquivamento determinado de ofício representou interferência em atribuição constitucional do Ministério Público, titular exclusivo da ação penal pública. Conforme destacou o promotor de Justiça Marlon Pereira Rodrigues, a investigação possuía diligência essencial e viável ainda pendente de realização.Ao analisar o pedido liminar, a desembargadora relatora reconheceu, em juízo preliminar, a relevância das alegações apresentadas pelo Ministério Público. Na decisão, destacou que o sistema processual penal brasileiro é regido pelo modelo acusatório, no qual cabe ao Ministério Público formar sua convicção acerca da possibilidade de denúncia, da necessidade de novas diligências ou do arquivamento da investigação.A relatora ressaltou ainda que o requerimento ministerial não consistia em simples pedido genérico de prorrogação, uma vez que foram especificadas diligências concretas e sua finalidade para a conclusão da investigação.Com a concessão da liminar, ficam suspensos os efeitos da decisão que determinou o arquivamento do inquérito policial, preservando-se a possibilidade de realização das diligências consideradas necessárias pelo Ministério Público até o julgamento definitivo do mandado de segurança pela Turma de Câmaras Criminais Reunidas do Tribunal de Justiça.O MPMT ressalta que, em razão do segredo de justiça que protege a identidade das vítimas, não serão divulgadas informações adicionais sobre o caso concreto ou quaisquer dados que possam, direta ou indiretamente, identificá-las.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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