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PF de MT cumpre mandado na Bahia contra acusado de armazenar conteúdo sexual

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A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (1), em Santo Estevão (BA), a Operação Ártemis VIII, com o objetivo de reprimir crimes de armazenamento, de aquisição e de compartilhamento de material de abuso sexual infantojuvenil, previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), sem prejuízo da imputação de outras condutas delitivas, conforme análise pericial do material apreendido. O mandado foi pedido pela PF de Barra do Garças.

As investigações apuraram até o momento a aquisição, o armazenamento e o compartilhamento de 1.518 arquivos, entre imagens e vídeos de abuso sexual infantojuvenil, em redes sociais e provedores de armazenamento em nuvem.

O mandado de busca e apreensão tem como objetivo colher provas e apreender instrumentos utilizados na prática de crimes.

Nomenclatura e alerta

Embora o termo “pornografia” ainda conste no Estatuto da Criança e do Adolescente, a comunidade internacional adota, preferencialmente, as expressões “abuso sexual de crianças e adolescentes” ou “violência sexual contra crianças e adolescentes”, por refletirem com maior precisão a gravidade desses crimes.

A Polícia Federal reforça a importância da prevenção e orienta pais e responsáveis a acompanharem o uso da internet por crianças e por adolescentes, como forma de reduzir riscos e de proteger possíveis vítimas. O diálogo aberto sobre segurança no ambiente digital e a orientação para que crianças e adolescentes comuniquem situações suspeitas também são medidas importantes de proteção.

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Foragida da Justiça que atuou como “laranja” em sonegação milionária é presa pela PC em Cuiabá

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A Polícia Civil prendeu, na manhã desta quarta-feira (1), uma mulher, de 31 anos, durante diligências relacionadas a um inquérito policial que apura a prática de crimes contra a ordem tributária, em Cuiabá.

No curso das investigações, a equipe da Delegacia Especializada em Crimes Fazendários (Defaz) identificou que a suspeita possuía um mandado de prisão em aberto desde 2019, decorrente de condenação pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Após a confirmação da ordem judicial, investigadores da Defaz realizaram diligências para localizar seu paradeiro, culminando na prisão da foragida no bairro Novo Milênio, em Cuiabá.

A mulher também é suspeita de figurar como responsável por uma empresa alvo de investigação da Defaz por supostos crimes contra a ordem tributária.

O inquérito policial apura prejuízo de aproximadamente R$ 900 mil aos cofres públicos, decorrente de supostos crimes contra a ordem tributária, apurando ainda a possível utilização da suspeita como “laranja” para ocultar os reais responsáveis pela empresa.

Após a prisão, a investigada foi conduzida à Defaz para as providências legais e, posteriormente, encaminhada à audiência de custódia, ficando à disposição do Poder Judiciário.

As investigações continuam com o objetivo de identificar todos os envolvidos e esclarecer a participação de cada um na prática dos crimes contra a ordem tributária.

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