Política
Lives entram nas regras de campanha das Eleições 2026
Política
As transmissões ao vivo pela internet, as populares lives, também estão sujeitas às regras da campanha das Eleições 2026. A partir de domingo (16), quando começa oficialmente a propaganda eleitoral, candidatos poderão usar esse formato para promover as candidaturas e conquistar a preferência do eleitorado. A data é o dia seguinte ao fim do prazo para registro das candidaturas, que termina às 19h de sábado (15).
Restrições
Durante a pré-campanha, pré-candidatos podem fazer lives para apresentar ideias, projetos e posições políticas, além de divulgar a pré-candidatura, desde que não haja pedido explícito de voto. A proibição não se limita ao uso de expressões como “vote em”: outras palavras ou expressões que transmitam o mesmo pedido também podem caracterizar propaganda eleitoral antecipada.
Ato de campanha
Com o início da propaganda eleitoral, passa a ser permitido pedir votos. A live realizada para promover a candidatura e conquistar a preferência do eleitorado constitui ato de campanha eleitoral de natureza pública, mesmo sem pedido explícito de voto. A regra também se aplica à realização de live para promoção pessoal ou divulgação de atos relacionados ao exercício do mandato, ainda que não haja referência à eleição.
Retransmissão da live
A live eleitoral não pode ser transmitida ou retransmitida em site, perfil ou canal de internet pertencente a pessoa jurídica. A restrição não se aplica aos canais do partido político, da federação ou da coligação a que a candidatura esteja vinculada. Emissoras de rádio e televisão também não podem transmitir ou retransmitir a live.
As emissoras podem, no entanto, fazer a cobertura jornalística da transmissão e utilizar trechos dela, desde que sejam observadas as regras eleitorais e que a exibição não configure tratamento privilegiado ou exploração econômica do ato de campanha.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
Política
Bastidores da Câmara: Ilde amplia alianças e já contabiliza 15 votos pela presidência
O vereador Ilde Taques (Podemos) afirma ter conquistado mais um apoio ao seu projeto para comandar a Mesa Diretora da Câmara de Cuiabá. A eleição ocorre na próxima terça-feira (6).
Na manhã de hoje, o vereador Antônio Lemes (PSD), que está ocupando a cadeira durante a licença de Jeferson Siqueira (PSD), declarou apoio a Taques. Lemes chegou a se reunir com o grupo de Dilemário Alencar (União), que está construindo seu projeto com a base aliada do prefeito Abilio Brunini (PL) e até posou para fotos com o grupo.
No entanto, nesta quarta-feira (30), ele se reuniu com o titular da cadeira, Pastor Jeferson, e com Ilde Taques. O suplente admitiu que tinha se comprometido a votar no candidato apoiado pelo titular na eleição interna do Legislativo.
“Ficaria muito ruim pra mim se eu contrariasse ele e não acompanhasse o candidato dele, que é o Ilde Taques”,explicou.
Segundo Lemes, o voto em Ilde coloca fim a qualquer celeuma com o colega de partido. Ele admitiu que ambos se desentenderam por conta da votação da Mesa Diretora. “Queria ter minha consciência tranquila, para dormir em paz, sem nenhum tipo de constrangimento com o vereador Jeferson.”
Com mais um apoio, Ilde Taques já reúne 15 parlamentares em torno de seu projeto à presidência do Legislativo. A chapa ainda terá Eduardo Magalhães (Republicanos), como 1º vice-presidente, Maria Avalone (PSDB) como 2ª vice-presidente, Adevair Cabral (Solidariedade), como 1º secretário, e Michelly Alencar (União), como 2ª secretária.
Ainda apoiam a chapa: Dra Mara (Podemos), Katiuscia Mantelli (Podemos), Maysa Leão (Republicanos), Chico 2000 (PL), Antônio Lemes (PSD), Daniel Monteiro (Republicanos), Alex Rodrigues (Podemos), Dídimo Vovô (PSB), Baixinha Giraldelli (Solidariedade) e Sargento Joelson (Podemos).
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