Mato Grosso

Max prevê Podemos com a maior bancada e prega reflexão do eleitor nas urnas

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Em entrevista concedida à imprensa, o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (Podemos), reafirmou com otimismo as projeções de seu partido para o pleito de outubro. O parlamentar destacou que a estratégia de articulação regional da legenda garantirá a formação do maior bloco partidário do Parlamento estadual a partir da próxima legislatura.

Ao detalhar o planejamento e a distribuição geográfica das candidaturas proporcionais, Russi demonstrou convicção no desempenho das urnas. “Vamos fazer a maior bancada, com certeza. O que me dá essa certeza é o fato de conhecer os nossos candidatos, por fazer uma distribuição dos nossos candidatos no Estado de Mato Grosso em todas as regiões. Acredito muito que o Podemos terá seis cadeiras aqui na Assembleia na próxima eleição”, cravou o presidente.

Questionado sobre as expectativas para a própria votação, o deputado adotou um tom de cautela ao avaliar a meta de superar o desempenho obtido no pleito anterior.

“O voto é muito difícil, nunca ninguém passou de cem mil, porque o Max vai passar agora? A maior votação da história de Mato Grosso foi 93 mil votos, o que é muito voto. Eu tive 70 mil na última eleição, que também é voto demais. Eu quero fazer um a mais do que da última eleição. Se for um a mais estarei bastante satisfeito, se fizer menos é ruim porque não vou nem repetir a votação passada. Voto é você entrar no coração da pessoa”, detalhou.

Russi fez questão de enfatizar a responsabilidade do cidadão no momento da escolha dos futuros representantes do Estado e do País, ressaltando o impacto direto das eleições para os próximos quatro anos. “O eleitor agora tem que analisar, a escolha dele reflete os próximos quatro anos para o Estado e para o nosso País. Então é um momento de reflexão, de muita análise e esperamos que a população tenha condição de tomar a melhor decisão”, defendeu o líder parlamentar.

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Mato Grosso

Presidente da OAB-MT cobra investigação a fundo sobre fatos envolvendo Moraes e Vorcaro

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A presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Mato Grosso (OAB-MT), Gisela Cardoso, cobrou uma investigação independente, rigorosa e transparente sobre os fatos que vieram a público envolvendo o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e o banqueiro Daniel Vorcaro.

Segundo Gisela, a gravidade das informações exige mais do que uma apuração meramente protocolar e torna necessário o esclarecimento efetivo de todos os fatos.

“É preciso investigar, e investigar a fundo. Os fatos que vieram a público envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro exigem uma investigação independente, rigorosa e transparente. Não basta uma investigação formal”, afirmou.

 

A presidente da OAB-MT ressaltou que uma apuração legítima precisa ter autonomia e não pode ser comprometida por relações de subordinação, influência ou conflito de interesses.

 

“Quem investiga precisa ter autonomia real, liberdade para seguir todas as linhas de investigação e nenhuma relação de subordinação, influência ou conflito de interesses com os envolvidos. Não pode haver investigação conduzida para proteger pessoas, preservar reputações ou atender a interesses políticos. A investigação deve buscar exclusivamente os fatos e a verdade”, defendeu.

Gisela também diferenciou investigação de condenação antecipada. Para ela, cobrar esclarecimentos significa assegurar que os mesmos critérios de responsabilização e transparência sejam aplicados a todos, independentemente do cargo ou da posição ocupada.

“Não se trata de condenar previamente ninguém. Trata-se de assegurar que ninguém seja blindado e que ninguém seja perseguido. Se houver fatos relevantes a esclarecer, que sejam examinados até o fim”, declarou.

Na avaliação da presidente da OAB-MT, a sociedade brasileira tem direito a uma apuração independente, sem interferências ou privilégios.

“Impedir ou limitar uma investigação independente também não pode ser aceitável em uma democracia. Que se investigue tudo com independência, com transparência e com coragem. Se houver responsabilidades, que sejam identificadas e tratadas rigorosamente dentro da lei. A OAB-MT espera e requer aquilo que toda a sociedade clama, que é a apuração rigorosa dos fatos, pois a verdade não pode ter dono, lado ou proteção”, concluiu.

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