Agricultura

Destaque de setembro é o acordo com a EFTA e a inspiração empreendedora

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A nova edição da Revista Pensar Agro já está disponível e chega repleta de análises estratégicas e histórias que reforçam o dinamismo do agronegócio brasileiro no cenário global. O conteúdo, que mescla informação e inspiração empreendedora, busca conectar produtores, empresários e formadores de opinião às principais transformações do setor.

Logo na abertura, a revista traz como destaque o recente acordo de livre-comércio firmado entre o Mercosul e a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA), composta por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein.

Após oito anos de negociações, o tratado foi assinado em 16 de setembro, no Rio de Janeiro, e promete reposicionar o bloco sul-americano em um mercado que movimenta R$ 23,4 trilhões. Para o Brasil, as estimativas apontam para um impacto de R$ 2,69 bilhões no PIB e até 10% de expansão nas trocas internacionais. Setores como café, soja, carnes, ouro e produtos químicos devem ganhar novo fôlego, enquanto máquinas, petróleo, gás e frutos do mar, especialmente da Noruega, terão acesso facilitado ao mercado nacional.

A edição também apresenta reflexões que ampliam a visão de mundo dos leitores. Na coluna Agro Arábia, o Dr. Abdullah Belhaif Al Nualmi provoca um olhar diferenciado sobre o Sul Global, destacando que as cidades não devem ser construídas apenas com concreto e aço, mas moldadas pelas aspirações e identidades de seus povos — uma reflexão que dialoga diretamente com ecologia, cultura e desenvolvimento sustentável.

Outro ponto alto da publicação está na seção Entrevistado, que traz a trajetória de Su Jung Ko, jovem líder global e fundadora da Brazil Korea Conference (BKC). De imigrante sul-coreana a referência em inovação, ela ajudou a criar o maior ecossistema de negócios entre Brasil, Coreia do Sul e Ásia, reunindo mais de mil empresários. Su Jung Ko aponta caminhos promissores para o agronegócio brasileiro no mercado asiático, fortalecendo a imagem do país como player estratégico na região.

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Fonte: Pensar Agro

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Com agro em alta, superávit comercial tem segundo melhor janeiro da história

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A balança comercial brasileira começou 2026 no azul e com forte participação do campo. Dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) indicam que janeiro fechou com superávit de aproximadamente R$ 23,45 bilhões, resultado 85,8% maior que o registrado no mesmo mês de 2025, quando o saldo positivo havia sido de cerca de R$ 12,62 bilhões.

O desempenho foi o segundo melhor para meses de janeiro desde o início da série histórica, ficando atrás apenas de janeiro de 2024, quando o saldo havia atingido cerca de R$ 33,46 bilhões.

O resultado foi influenciado principalmente pela queda das importações, reflexo da desaceleração econômica e da redução das compras externas de combustíveis e bens de investimento. Ainda assim, o setor agropecuário teve papel decisivo para manter o saldo positivo.

As exportações totais configuraram o terceiro melhor janeiro da série iniciada em 1989, enquanto as importações registraram o segundo maior valor para o mês — perdendo apenas para o ano passado.

No campo, os números mostram o peso do agro no início do calendário comercial. As exportações de soja cresceram 91,7% em relação a janeiro de 2025, impulsionadas pela antecipação de embarques da nova safra. Já as vendas externas de milho não moído avançaram 18,8%.

Por outro lado, o petróleo bruto contribuiu negativamente para o desempenho geral, com queda de cerca de R$ 1,97 bilhão nas exportações em relação a janeiro do ano passado — variação considerada comum por causa de paradas programadas em plataformas.

A retração das importações esteve ligada principalmente à menor compra de petróleo e derivados, além da redução de investimentos industriais.

Para 2026, o Mdic projeta superávit comercial entre R$ 378 bilhões e R$ 486 bilhões. As exportações devem ficar entre R$ 1,836 trilhão e R$ 2,052 trilhões, enquanto as importações devem variar de R$ 1,458 trilhão a R$ 1,566 trilhão.

No ano passado, o saldo comercial brasileiro foi de aproximadamente R$ 368,8 bilhões. O recorde segue sendo o de 2023, quando o país registrou cerca de R$ 534 bilhões.

O início do ano reforça uma tendência observada nos últimos ciclos: mesmo com oscilações na indústria e na energia, o agronegócio continua funcionando como principal estabilizador das contas externas brasileiras — especialmente nos primeiros meses da safra.

Fonte: Pensar Agro

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